terça-feira, 27 de julho de 2010

27 de Julho - " Provai-me "


Provai-me nisto.
(Ml 3.10.)



Creio que Deus está dizendo aqui o seguinte: meu filho, ainda existem janelas no céu, e elas ainda estão em uso. Seus ferrolhos ainda correm bem como no passado. As dobradiças não se enferrujaram.

Eu prefiro muito mais escancará-las e derramar minha graça, do que mantêlas fechadas e reter a bênção. Eu as abri para Moisés, e o mar se fendeu.
Abri-as para Josué, e o Jordão foi contido. Abri-as para Gideão e os inimigos fugiram. Eu as abrirei para você se me permitir que o faça.
Do nosso lado, o céu continua sendo o mesmo depositório rico que era no passado. As fontes e nascentes ainda jorram transbordantes. As salas do tesouro ainda estão regurgitando de dádivas. A falha, portanto, não está do meu lado. Está do seu. Eu estou esperando. Prove-me nisto. Preencha as condições que lhe cabem. Traga os dízimos.
Dê-me uma oportunidade de abençoá-lo.
Selecionado. Nunca me esquecerei de uma breve paráfrase que minha mãe fazia de Malaquias 3.10. O verso começa: Trazei todos os dízimos; e termina: Eu derramarei tanta bênção que haverá problema de espaço para conter. A paráfrase, então, era: "DÉ a Deus tudo o que Ele pede, e receba dEle tudo o que Ele promete."
A capacidade dos depósitos de Deus é bem maior que o montante das nossas orações, até mesmo das nossas orações mais ousadas!
Tenho pensado em algumas das petições que apresento em minhas súplicas. O que tenho pedido? Tenho pedido uma caneca apenas; e sobra o oceano inteiro! Tenho pedido apenas um raio de sol, e o sol lá está! A minha petição mais completa fica muitíssimo aquém da capacidade de dar de meu Pai: ela é bem mais ampla do que o que somos capazes de pedir.


Enviado por: Elisete Calixto

segunda-feira, 26 de julho de 2010

26 de Julho - " Justiça que provém da fé"


Nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé.
(Gl 5.5.)


Há momentos em que tudo nos parece muito escuro — tão escuro que temos de esperar até mesmo a esperança. Esperar já não é agradável, mesmo tendo esperança. A demora em se realizar uma esperança nos faz sofrer; mas esperar a própria esperança, não ver nenhum lampejo no horizonte, e contudo recusar o desespero; nada ver ante a janela senão noite, e contudo conservá-la aberta para um impossível aparecimento de estrelas; ter um lugar vazio no coração e contudo não consentir que o ocupe uma presença inferior — nisto consiste a maior paciência do universo. É Jó na tempestade. É Abraão no caminho de Moriá. É Moisés no deserto de Midiã. É o Filho do homem no jardim do Getsêmani.
Não há paciência mais difícil que a do que fica firme, "como quem vê aquele que é invisível": é a espera pela esperança.
Tu, Senhor, fizeste bela a espera; Tu fizeste divina a paciência. Tu nos ensinaste que a vontade do Pai pode ser recebida, simplesmente porque é a Tua vontade. Tu nos revelaste que uma alma pode ver no cálice apenas tristezas, e contudo tomá-lo, sabendo que o olho do Pai vê melhor do que o seu.
Dá-me esse Teu poder divino, o poder do Getsêmani. Dá-me o poder de esperar pela própria esperança, de ficar olhando pela janela, embora não haja estrelas. Mesmo que se afaste a própria alegria que me foi dada, concede-me o poder de ficar invicto no meio da noite e dizer: "Aos olhos de meu Pai ainda deve haver razão para alegria." Alcançarei o clímax da força, quando tiver aprendido a esperar a esperança.
Esforce-se para ser um daqueles — bem poucos! — que andam na terra com a consciência vivida de que o desconhecido que os homens chamam de Céu está "ali mesmo atrás da cena visível das coisas".


Enviado por: Elisete Calixto

25 de Julho - "Arvore de Deus"


O que eu faço não o sabes agora, compreendê-lo-ás depois.
(Jo 13.7.)


Nesta vida, temos apenas uma visão parcial das operações de Deus; vemos Seu plano de modo incompleto e sua execução ainda incompleta; mas tudo aparecerá em sua forma plena e bela, no grande e completo Templo da eternidade! Andemos até as colinas do Líbano durante o reinado do maior rei de Israel. Vejamos os nobres cedros, orgulho da vegetação... fadados a sucumbir ao golpe do machado! Ao vermos ... a "Árvore de Deus", como era chamada, cair com estrondo ao solo, soltamos uma exclamação de repulsa contra a brutal destruição e demolição daquele oberbo pilar da natureza.
Mas espere um momento. Sigamos o gigantesco tronco, que é rolado pelo flanco do monte, pelos trabalhadores de Hirão, e depois conduzido em jangadas pelas águas do Mediterrâneo. Por fim,
contemplemo-lo a reluzir, polido e ornado no templo de Deus. Ao vê-lo em seu estágio final — colocado no Santo dos Santos, o diadema do Grande Rei — será que você lamentará que a ''glória do Líbano" tenha sido despojada, para que este cedro pudesse figurar em tão nobre engaste?
Aquele cedro era qual majestoso ornamento no santuário da Natureza, mas a glória da última casa foi maior que a da primeira! Quantas almas não são como esses cedros! Os machados de
Deus — machados de provação — as têm despojado e desnudado. Não vemos razão para tratamento tão obscuro e misterioso, mas Deus tem em vista um objetivo nobre: colocá-las como colunas eternas na Sião celestial; fazer delas uma "coroa de glória na mão do Senhor e um diadema real" na mão do nosso Deus.


Enviado por Elisete Calixto

quinta-feira, 22 de julho de 2010

22 de Julho - " Esperança "


Por isso o Senhor espera, para ter misericórdia de vós... bemaventurados todos os que nele esperam.
(Is 30.18.)


Devemos considerar não só nossa espera em Deus, mas também, o que é mais maravilhoso, a espera de Deus por nós. A idéia de Deus esperando por nós dará novo impulso e inspiração à nossa espera nEle.
Ela nos dará aquela certeza de que nossa espera não pode ser em vão.
Vamos procurar neste momento, com um espírito de espera em Deus, descobrir o que isto significa. Ele tem propósitos gloriosos e inimagináveis para cada um de Seus filhos. Mas alguém pergunta: "Se Ele espera para ter misericórdia, como é que mesmo depois que eu venho e espero nEle, Ele não me dá o que peço, mas espera ainda mais e mais?"
Deus é um sábio agricultor, que "espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência". Ele só pode colher o fruto quando estiver maduro. Ele sabe quando é que estamos espiritualmente prontos para receber a bênção, de maneira que redunde em nosso proveito e em Sua glória. Essa espera, sob o sol do Seu amor, é que faz a alma amadurecer para receber a bênção.
É necessário esperar também sob a nuvem da provação, que depois se rasga em chuvas de bênçãos. Esteja certo de que, se Deus espera mais tempo do que você desejaria, é somente para tornar a bênção duplamente preciosa. Deus esperou quatro mil anos, até a plenitude dos tempos, para enviar Seu Filho. Nossos dias estão nas Suas mãos; Ele depressa fará justiça aos Seus eleitos; apressar-Se-á em nosso auxílio e não Se demorará nem uma hora a mais que o necessário.


Enviado por Elisete Calixto

21 de Julho - " Estágios "


Rogo-te que mais esta vez faça eu a prova com a lã.
(Jz 6.39.)


Nossa fé se desenvolve por estágios. Numa fase da experiência cristã, só conseguimos crer se tivermos algum sinal ou uma grande manifestação de sentimentos. Como Gideão, apalpamos o nosso velo de lã e, se ele estiver molhado, nós nos dispomos a crer em Deus. Esta fé pode ser verdadeira, mas é imperfeita. Ele sempre procura algum sentimento, algum sinal, além da Palavra de Deus. Quando confiamos em Deus sem nada sentir, denotamos um bom avanço na fé. É uma coisa bendita crer sem ter nenhuma emoção.
Há um terceiro estágio da fé, que transcende a esse de Gideão e seu velo. O primeiro crê quando há emoções favoráveis; o segundo, quando não há emoções; mas a terceira forma de fé crê em Deus e na Sua Palavra, quando as circunstâncias, os sentimentos, as aparências, as pessoas e a razão indicam o contrário.
Paulo exercitou este tipo de fé em Atos 27.20, 25: "Não aparecendo, havia já alguns dias, nem sol nem estrelas, caindo sobre nós grande tempestade, dissipou-se afinal toda a esperança de salvamento."
Não obstante tudo isso, Paulo disse: "Senhores, tende bom ânimo; pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito."
Que Deus nos dê fé para confiarmos plenamente na Sua Palavra, embora tudo mais dê testemunho em contrário.



Enviado por: Elisete Calixto

terça-feira, 20 de julho de 2010

20 de Julho - " Advogado junto ao Pai"


Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus como grande sumo sacerdote... conservemos firmes a nossa confissão. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.
(Hb 4.14,16.)

Nosso grande auxílio em oração é o Senhor Jesus Cristo. Ele é o nosso Advogado junto ao Pai, o nosso Grande Sumo Sacerdote, cujo principal ministério para conosco nestes séculos tem sido intercessão e oração. É Ele que toma de nossas mãos as petições imperfeitas, acerta suas falhas, corrige seus defeitos, e depois pede ao Pai a resposta delas, por causa de Sua justiça e Seus méritos adquiridos na expiação.
Meu irmão, está desanimado em oração? Olhe para cima. O seu bendito Advogado já pediu a resposta, e ficaria entristecido e decepcionado se você desistisse do conflito exatamente no momento em que a vitória está a caminho. Ele já entrou nas recâmaras, em seu favor, e mostrou seu nome nas palmas de suas mãos; o mensageiro que vai trazer a sua bênção já está a caminho, e o Espírito só espera a sua fé, para segredar ao seu coração o eco da resposta vinda do trono:
"Esta feito."
—A. B. Simpson

A oração aceitável tem muito a ver com o Espírito Santo. (E Ele é muito negligenciado na oração!) Ele ilumina a mente para que veja as suas necessidades, abranda o coração para senti-las, desperta os desejos em direção aos suprimentos que convém, dá-nos uma visão clara do poder, da sabedoria e da graça de Deus para nos socorrer, e reaviva a nossa confiança na verdade divina, uma confiança que afasta toda vacilação. A oração é, portanto, uma coisa maravilhosa. Toda a Trindade está envolvida em toda oração.

— J. Angell James

Enviado por: Elisete Calixto

19 de Julho - O Cálice


Não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?
(Jo 18.11.)


Isto era uma coisa mais difícil de se dizer ou fazer do que acalmar as ondas do mar ou ressuscitar mortos. Os profetas e apóstolos puderam operar milagres extraordinários, mas nem sempre podiam fazer a vontade de Deus e sujeitar-se a ela.
Fazer a vontade de Deus e sujeitar-se a ela ainda é a mais levada forma de fé, a mais sublime conquista cristã. Ver destruídas para sempre, as brilhantes aspirações de uma vida jovem; suportar um fardo diário sempre contrário ao temperamento, sem probabilidade de alívio; ser oprimido pela pobreza, quando se deseja apenas o bastante para o bem-estar e conforto dos entes queridos; ser agrilhoado por uma incapacidade física incurável; sofrer a perda de todos os entes queridos, até ficar só para enfrentar os choques da vida; e, numa tal escola de disciplina, ser capaz de dizer: "Não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?" — isto é fé e estatura espiritual, em seu mais elevado ponto.
Uma grande fé se mostra não tanto pela capacidade de fazer, mas de sofrer.

Dr. Charles Parkhurst


Para que tivéssemos um Deus que Se compadece, foi preciso um Salvador que sofresse. E só há verdadeiro sentimento de compaixão para com alguém que sofre, em um coração que também foi ferido.
Não podemos fazer bem aos outros sem que isto nos custe alguma coisa, e nossas aflições são o preço que pagamos pela capacidade de termos compaixão. Quem quiser ajudar precisa sofrer
primeiro. Quem quiser salvar precisa primeiro ter experimentado a cruz de alguma forma. E não podemos ter a alta felicidade de socorrer os outros, sem termos provado o cálice que Jesus bebeu e ter-nos submetido ao batismo com que Ele foi batizado.
Os mais consoladores salmos de Davi foram escritos debaixo da pressão do sofrimento; e se Paulo não tivesse experimentado um espinho na carne, teríamos sido privados de muito daquela compaixão que perpassa muitas de suas cartas.
As circunstâncias atuais que nos oprimem (se estivermos entregues a Cristo) são o instrumento mais adequado na mão do Pai para cinzelar-nos, preparando-nos para a eternidade. Confiemos nEle, pois.
Não empurremos o instrumento, senão nos privaremos de sua obra.
Pela escola do sofrimento graduam-se poucos doutores.


Enviado por: Elisete Calixto

sexta-feira, 16 de julho de 2010

16 de Julho - " Obediência "


Porquanto fizeste isso, e não me negaste o teu único filho,
...multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus... porquanto
obedeceste à minha voz.
(Gn 22.16-18.)


E desde aquele dia até hoje os homens têm aprendido que, quando, em obediência à voz de Deus, eles Lhe entregam aquilo que lhes é mais caro, essa mesma coisa lhes é devolvida por Ele, multiplicada em mil vezes.

Abraão, atendendo ao pedido de Deus, entrega-lhe seu único filho — e com isto, como que desaparecem todas as suas esperanças com respeito à vida e desenvolvimento do rapaz e à formação de uma descendência nobre, com seu nome. Mas o filho lhe é restituído; a família torna-se numerosa como as estrelas do céu e a areia do mar, e dela, na plenitude dos tempos, procede Jesus Cristo.
Essa é a maneira como Deus recebe cada sacrifício de Seus filhos. Entregamos tudo e aceitamos pobreza; e Ele manda riqueza.
Renunciamos a um rico campo de serviço; Ele nos manda um ainda mais rico, e com o qual jamais sonhamos. Deixamos todas as nossas mais caras esperanças e morremos para o eu; Ele nos manda vida abundante e alegria.
E a coroa disso tudo é o Senhor Jesus Cristo. Pois não podemos conhecer a plenitude da vida que está em Cristo enquanto não tivermos feito o supremo sacrifício de Abraão. Ele, o pai terreno da família de Cristo, precisou começar perdendo a si mesmo e a seu próprio filho, como fez o Pai Celeste. Nós só podemos ser membros daquela família gozando de todos os privilégios e alegrias de membros dela, nas mesmas bases:

Às vezes parecemos esquecer que o que Deus toma Ele consome com fogo; e que o único caminho que leva à vida de ressurreição e ao monte da ascensão passa pelo Getsêmani, pela cruz e pelo túmulo.
Não pensemos que Abraão foi um exemplo único e um caso isolado. Ele foi simplesmente uma ilustração, um modelo da maneira como Deus lida com o homem que se dispõe a obedecer-Lhe a qualquer preço. Depois de ter suportado tudo pacientemente, ele receberá a promessa.
O momento de supremo sacrifício será de suprema bênção, de bênção transbordante. O rio de Deus, que está sempre cheio, transbordará e virá sobre ele com abundância de riqueza e graça. Deus tudo fará para o homem que dá o passo da fé, ainda que pareça um passo no vazio; pois ali, debaixo dos seus pés, ele encontrará a rocha firme.


Enviado por: Elisete Calixto

quinta-feira, 15 de julho de 2010

15 de Julho - " FÉ "




Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
(1 Jo 5.4.)





Quando a tempestade
Com furor invade
Teus caminhos, teu viver,
No Senhor vai-te esconder!
Ele está presente;
NEle crê, somente.
Diz-te fielmente:
"Eu contigo estou."
Andas carregado?
Lança o teu cuidado
Sobre os ombros do Senhor;
Quer levar teu peso e dor.
Se o teu ser murmura,
Sai da noite escura,
Pois Deus te assegura:
'Eu contigo estou”'
Vês que a vida passa?

Vai, recorre à graça.
Se te vêm temores vãos,
Deixa tudo em Suas mãos!
Ele É a fortaleza
Onde a alma em fraqueza
Acha paz, certeza;
E conosco está.
Deus nos vivifica,
Deus nos purifica;
Temos dEle, ao pé da cruz,
Toda a graça de Jesus!
Seu amor não cessa,
Por nós Se interessa.
Temos a promessa: '
Eu contigo estou." H.E.A.



Confiar, embora parecendo estar abandonado; continuar clamando, embora a voz pareça perder-se na imensidão, sem nenhum eco; ver a máquina do mundo rodando sem pausa, como movida por si mesma e sem se importar com ninguém nem mudar em nada sua marcha, ante rogos e clamores, e contudo crer que Deus está alerta e nos ama imensamente; não desejar nada, senão o que nos vem da Sua mão; esperar pacientemente, pronto a morrer de fome, vigiando para que não falhe a fé — tal é a vitória que vence o mundo; isso é realmente fé.




Enviada por: Elisete Calixto

quarta-feira, 14 de julho de 2010

14 de Julho - "Atados"


Atai a vítima... com cordas, e levai-a até os ângulos do altar.
(Sl 118.27.)


Este altar não parece convidativo? Não seria bom pedir para ser atado
a ele, para que nunca se pudesse voltar atrás na atitude de consagração? Há ocasiões em que a vida é cheia de rosas, e então vamos à cruz; mas em outras ocasiões, quando o céu é cinzento, nós nos retraímos dela.

Por isso, seria bom estarmos atados a ela. Vem atar-nos, bendito Espírito, e faze-nos cativos da cruz, e que nunca a deixemos. Ata-nos com o cordão vermelho da redenção, e com a corda dourada do amor, e com a corda prateada da esperança da Sua vinda, de modo que não nos afastemos dela nem desejemos outra sorte que a de humildes compartilhantes da dor e dos sofrimentos do Senhor! Os ângulos do altar o convidam. Você quer vir? Quer habitar sempre ali, num espírito de conformada humildade, e entregar-se totalmente ao Senhor? — Selecionado
Conta-se que um certo homem queria entregar-se a Deus num acampamento. Todas as noites, na hora do apelo, ele se consagrava; mas pouco depois, antes mesmo de sair da reunião, o inimigo vinha a ele e o convencia de que ele não se sentia diferente, e que portanto não estava consagrado.
Várias vezes ele foi vencido pelo adversário. Finalmente, uma noite, foi à reunião trazendo um machado e uma estaca. Depois de se ter apresentado em consagração a Deus, tomou a estaca e a fincou no chão, bem onde tinha estado ajoelhado. Quando se retirava da reunião, o inimigo o assaltou como de costume e procurou fazê-lo crer que nada acontecera.
Imediatamente, voltando para o lugar onde tinha fincado a estaca, disse: "Olhe, Satanás, você está vendo essa estaca? Pois isto é o testemunho de que Deus me aceitou."

No mesmo instante o inimigo o deixou e ele não teve mais dúvidas naquele assunto.

— The Still Small

Voice.
Amado irmão, se você está sendo tentado e tem dúvidas sobre essa mesma questão, crave uma estaca em algum lugar e sirva ela de testemunho na presença de Deus e mesmo diante do inimigo, de que o assunto está resolvido de uma vez por todas.

--
Elisete Pereira Calixto

terça-feira, 13 de julho de 2010

13 de Julho - Acreditar



Deus ... Existência como chama à cousas Que existem não.

(Rm 4.17. )


Qual o Significado disso ? Abraão ousou em Deus CRER . Parecia impossível , em sua idade , que ele se tornasse pai - Parecia inacreditável . Contudo, Deus o chamou de "pai de muitas das Nações ", antes que sequer houvesse hum filho de sinal .

Então, Abraão chamou- se de "pai" PORQUE Deus o chamara assim . Isto É fé . Fé em Deus É CRER , e reafirmar o Ele Disse que. "A fé pisa vazio num aparente e encontra uma rocha
embaixo . "
Somente podemos AFIRMAR que é nossa , uma coisa que Deus já nossa declarou ser , e Ele tornará realidade tudo que cremos em . Falamos em fé de verdade: Tudo o que HÁ NÓS DEVE ser colocado nesta confiança em Deus.

-Crumbs


Esteja DISPOSTO uma crendo viver, e viver não deseje nem pense de outra forma. Esteja DISPOSTO ver um cessar qualquer orientação externa , uma ver o eclipse de todas como estrelas do céu, deixando apenas escuridão e perigo - contentando - se com uma chama interior Que Deus em SUA deixa alma , uma clara e brilhante Que Lâmpada acendeu uma fé ! -
Thomas C. Upham

Chegou o Momento de descermos do Nosso Poleiro de desconfiança , sairmos e fazer Nosso Ninho de Segurança aparente e abrirmos como asas da fé ; UM Momento Como o das aves , Começar Que QUANDO dez um Voar . Pôde Parecer Que vamos AO CAIR solo - o Mesmo Parece à avezinha . Também Ela PoDE SENTIR Que vai caindo - Mas não cai : SUAS pequeninas asas uma sustem , e, se falham , o pai OU uma mãe com um amparam Seu Corpo . Da mesma forma Deus nsa susterá . Apenas confiemos Nele : seremos amparados e elevados ares nos. " Certo " Alguém Diz, , "mas então devo -me AO LANÇAR Vazio ? " Ao que Parece Que é isto o MET Pássaro Fazer uma . Sabemos NÓS Mas que o ar ESTÁ ali, e Ele Não É Tão insubstancial Parece Como. E NÓS Que Sabemos como Promessas de Deus estão aí , Elas não e
São insubstanciais . " Mas parece Tão Improvável que A Minha Alma , Tão fraca , POSSA vir a-ser guarnecida de tal Forca. "Deus Não Disse Que Sera ? " Parece Que Improvável Minha Natureza, Sujeita a Tentação e Queda , Ser POSSA Vitoriosa nd luta. "Ele Não Disse Que Sera ? "Que o Meu Coração temeroso POSSA abençoar paz . "Deus Disse Que Não encontrará ? Pois se
Ele Disse , VOCÊ Não Dizer Que PoDE ELE É mentiroso ! Será Que Ele Diz Uma Coisa e DEPOIS Não Cumpre ? SE VOCÊ receber Uma promessa - Uma definida promessa - Aceite - a e confie cegamente Nela inteiramente . E NÓS Já recebemos Uma promessa assim . E mais - temos Aquele Que fala Segurança com uma palavra: " Em verdade vos digo . " Confie Nele .
Enviado por: Elisete Calixto

segunda-feira, 12 de julho de 2010

12 de Julho - A fé cresce no meio das tempestades


Ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como
ouro.
(Jó 23.10.)


"A fé cresce no meio das tempestades" — apenas sete palavras, mas como são significativas para quem já enfrentou a tempestade!
Fé é aquela faculdade dada por Deus que, quando exercitada, faz nos ver o invisível com a maior clareza, e pela qual, as coisas impossíveis se tornam possíveis. Ela lida com o sobrenatural.
Mas ela cresce no meio das tempestades, isto é, onde há perturbações na atmosfera espiritual. As tempestades são causadas pelo conflito dos elementos; e as tormentas do mundo espiritual são conflitos com elementos hostis. É nesse ambiente que a fé encontra o seu solo mais fértil; em tal meio ela chega mais depressa ao seu pleno amadurecimento. As árvores mais fortes não são as encontradas ao abrigo das florestas, mas as de campo aberto, onde ventos de todos os lados as
açoitam, e curvam, e torcem, até que por fim atingem toda sua estatura. Esta madeira é a mais procurada para o fabrico de carrocerias e de instrumentos pesados. Portanto, quando virmos um gigante espiritual, lembremo-nos de que a estrada que devemos palmilhar para ficar ombro a ombro com ele, não é aquela alameda florida e ensolarada; mas, sim, um trilho íngreme,
estreito e rochoso, onde as rajadas do inferno quase nos derrubarão, onde pedras pontiagudas nos rasgam a carne, onde espinhos nos ferem a fronte, e onde répteis venenosos nos atacam de todos os lados.
É uma vereda de dor e alegria, de sofrimento e bálsamo, de lágrimas e sorrisos, de provas e vitórias, de conflitos e triunfos, de dificuldades, perigos, afrontas, de perseguições e mal-entendidos, de tribulações e angústia — ao longo dos quais somos feitos mais do que
vencedores por Aquele que nos amou. No meio das tempestades. Exatamente no meio, onde a fúria é maior.

Podemos ser tentados a retrair-nos ante a provação de uma tempestade de sofrimento... mas avancemos! Deus está ali para encontrar-Se conosco no centro de todas as tribulações e para revelarnos Seus segredos, que farão com que saiamos do meio delas com um rosto brilhante e uma fé invencível, que não será abalada nem por todos os demônios do inferno.



Enviado por: Elisete Calixto.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

8 de Julho - Asas como águias


Sobem com asas como águias.
(Is 40.31.)
Há uma lenda que conta como foi que os pássaros criaram asas.
Diz que eles haviam sido criados sem asas. Depois, Deus fez as asas e as colocou diante deles, dizendo: "Venham, peguem esses pesos e os carreguem."
Os pássaros possuíam linda plumagem e doce canto; gorjeavam belamente, e suas penas cintilavam ao sol; mas não sabiam o que era cortar os ares.

A princípio, hesitaram ante a ordem de apanharem aqueles pesos e os carregarem, mas logo obedeceram; pegaram as asas com o bico, e puseram-nas nos ombros, para melhor carregá-las.
Durante algum tempo, o fardo pareceu-lhes muito pesado e difícil, mas, de repente, quando iam carregando os pesos, suas pontas dobradas sobre o coração, as asas grudaram-se-lhes nas costas, e logo descobriram que podiam utilizá-las, e foram levantados por elas nos ares os pesos se tornaram em asas.
Isto é uma parábola. Nós somos os pássaros sem asas, e nossos deveres e tarefas são os pequenos cotos de asa que Deus fez para nos erguer e levar em direção às alturas. Nós olhamos para os nossos fardos e cargas pesadas e nos retraímos; mas quando as tomamos e colocamos
sobre o coração, elas se nos tornam em asas, e com elas nos elevamos e
cortamos as alturas em direção a Deus.
Todo e qualquer fardo que nos é dado por Deus, se o tomarmos de bom ânimo e o levarmos sobre o coração com amor, virá a tornar-se uma bênção para nós. A intenção de Deus é que nossas tarefas nos sejam como auxiliares; se nos recusarmos a abaixar os ombros para recebê-las, estaremos deixando passar uma oportunidade de nos desenvolvermos.

— J. R. Miller
Bendito seja qualquer peso, por mais esmagador que pareça, que Deus tenha bondosamente atado com Suas mãos aos nossos ombros.


Enviado por Elisete Calixto

quarta-feira, 7 de julho de 2010

7 de Julho - Flecha Polida


Fez-me como uma flecha polida.
(Is 49.2.)
Em Pescadero, na costa da Califórnia, há uma famosa praia de
seixos. A linha de espuma branca, com seu rugido constante, vem e dá
sobre as pedrinhas, chocalhando e ressoando! Elas são arrastadas
impiedosamente pelas ondas e jogadas para um lado e outro, roladas,
atiradas umas contra as outras, e de encontro aos recifes ásperos. E esse
atrito dura dia e noite, sem cessar — nunca há uma pausa. E o resultado?
Turistas de todo o mundo afluem para lá, a fim de catar estas
pedras lindas e arredondadas. E elas são postas como enfeite sobre
escrivaninhas e em beirais de lareiras, em salas de visitas. Mas vá um
pouco mais adiante. Contorne aquele recife que é um anteparo contra a
força do mar. Ali, naquela enseada quieta, abrigada das tempestades e
sempre banhada pelo sol, você encontrará abundância de seixos que
nunca foram procurados pelos visitantes.
Por que são deixados ali sem que ninguém os procure? Pela
simples razão de que escaparam à fúria e ao atrito das ondas, e a
quietude e a calma os deixaram como eram: ásperos, angulosos e
despidos de beleza.
O polimento vem pela tribulação.
Visto que Deus sabe qual a brecha que vamos ocupar, confiemos
nEle para nos preparar para ela. Já que Ele sabe que trabalho iremos
fazer, confiemos nEle para nos adestrar convenientemente.
Quase todas
as jóias de Deus são cristais de lágrimas.
Enviado por: Elisete Calixto

terça-feira, 6 de julho de 2010

6 de Julho - Tirando as mãos


Não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão
postos em ti.
(2 Cr 20.12.)


Perdeu-se uma vida em Israel porque mãos humanas tocaram a
arca de Deus sem permissão. Elas a tocaram com a melhor intenção:
para a suster, pois balançara, quando os animais puxavam o carro pelo
caminho áspero; mas tocaram a obra de Deus presunçosamente, e
caíram paralisadas e sem vida.
Muito do nosso êxito na vida de fé está
em tirarmos as mãos das coisas.
Se entregamos um assunto inteiramente a Deus, devemos
conservar as nossas mãos fora dele. Deus o guardará para nós muito
melhor sozinho do que se nós tentássemos ajudá-lO. "Descansa no
Senhor e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera
em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios."
Pode parecer que as coisas vão indo mau, mas Ele sabe disso tão
bem quanto nós. No momento certo, Ele Se levantará, se realmente
estivermos confiados nEle, e deixarmos que Ele opere no Seu tempo e da
Sua maneira. Em certas ocasiões não há nada mais apropriado que a
inatividade, e nada mais prejudicial que um trabalho incessante, pois
Deus já tomou sobre Si a responsabilidade de operar ali a Sua soberana
vontade. —
A. B. Simpson
É um descanso colocar os emaranhados da vida nas mãos de
Deus e deixá-los ali.

5 de Julho - Vinhas no deserto


Eu a atrairei e a levavei para o deserto... e lhe darei, dali, as suas vinhas.
(Os 2.14,15)


Que lugar estranho para se acharem vinhas - o deserto! E será que as riquezas de que uma alma precisa podem ser encontradas no deserto, que é um lugar de solidão, e onde, se perdidos, dificilmente achamos a saida? Parece que sim! E não é só isto, mas o "vale de Acor" (que significa amargura) é chamado, no texto, de "Porta de Esperança".


E ali ela cantará como nos dias de sua mocidade!


Sim, Deus conhece a nossa necessidade desta experiência no deserto. Ele sasbe como e quando trazer para fora aquilo que está dentro de nós. A alma era idólotra, rebelde; esqueceu-se de Deus e disse, voluntariosamente: "Irei atrás de meus amantes." Contudo, ela não os alcançou. E quando já estava desesperada e sozinha, Deus disse: "eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração." Ques Deus cheio de amor é o nosso!

- Crumbs


Nós nunca sabemmos onde Deus esconde as Suas águas. Vemos uma rocha, e não podemos imaginas que ela abrigue uma fonte. Vemos um lugar pedregoso, e não sabemos que esconde um manancial. Deus me guia a lugares dificeis, e depois eu descubro que entrei na habitação das fontes eternas.


Enviado por:

Elisete Pereira Calixto

Video IMPORTANTE