"... aperfeiçoasse por meio do sofrimento..." (Hb 2.10.)
Aço é ferro mais fogo. Solo é rocha mais calor e/ou compressão
de geleiras. Linho é fibra mais o banho que limpa, o pente que separa, o
mangual que malha e a lançadeira que tece. O caráter do homem precisa
ter um mais ligado a ele. O mundo não se esquece dos grandes
caracteres. Mas grandes caracteres não são formados através de
circunstâncias aprazíveis, mas, de sofrimento.
Ouvi contar que certa vez uma senhora levou para sua casa, para
companheiro de brinquedos de seu filho, um menino aleijado que era
corcunda também. Tinha avisado o filho que fosse muito cuidadoso no
trato com o outro para não magoá-lo sobre aquele assunto, tratando-o e
brincando com ele como se fosse um menino como os outros. Em dado
momento, ela escutou o filho dizer ao amiguinho, enquanto brincavam:
"Você sabe o que é isso nas suas costas?" O pequeno aleijado, meio
embaraçado, hesitou um pouco. O outro continuou: "É o lugar onde estão
as suas asas. E um dia Deus vai abrir aí, e você vai sair voando e ser
anjo."
Algum dia Deus vai revelar, a cada crente, como as coisas contra
as quais eles agora se rebelam foram os instrumentos divinos para
moldá-los e aperfeiçoar-lhes o caráter, preparando-os como pedras vivas
para o Seu grande edifício, no além. — Cortland Hyers
O sofrimento é um maravilhoso fertilizante para as raízes do
caráter. O grande objetivo desta vida é a formação do caráter. O caráter é
a única coisa que podemos levar conosco para a eternidade. O objetivo
da provação é fazer o máximo dele.
"É pela estrada de espinhos que se chega ao monte da visão." —
Austin Phelps
Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal. Pv. 1:33
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Repouso do Povo de Deus
Resta ainda um repouso para o povo de Deus. (Hb 4.9.)
O repouso inclui vitória: "E o Senhor lhes deu repouso em redor;...todos os seus inimigos o Senhor deu na sua mão." (Js 21.44.)
Um destacado obreiro cristão contava que sua mãe era uma crente muito cheia de ansiedades. Ele conversava prolongadamente com ela, procurando convencê-la do pecado de inquietar-se. Mas sem resultado. Ela era como aquela velhinha que dizia sempre ter sofrido muito principalmente por causa de dificuldades que nunca se tornaram realidade.
Mas certa manhã aquela mãe desceu para o café toda sorridente. O filho perguntou-lhe o que havia acontecido e ela respondeu que tinha tido um sonho. Havia sonhado que ia andando por uma estrada, junto com uma multidão que parecia muito cansada e sobrecarregada.
Quase todas as pessoas estavam carregando uns pequenos embrulhos pretos; e ela notou que numerosos seres repulsivos, que ela julgou serem espíritos do mal, é que jogavam ao chão esses pacotes, para as pessoas pegarem e carregarem. Como os demais, ela também estava carregando alguns daqueles pacotes desnecessários, e andava curvada ao peso dos fardos do diabo.
Olhando para cima, depois de algum tempo, ela viu um Homem com o rosto luminoso e cheio de amor, que passava por entre a multidão e confortava as pessoas. Finalmente Ele chegou perto dela, e ela viu que era o seu Salvador. Levantou para Ele os olhos e contou-Lhe como estava cansada. Ele sorriu tristemente e disse:
"Minha filha, eu não lhe dei esses fardos; você não precisa carregá-los. São fardos do inimigo, e estão desgastando a sua vida. Largue-os, simplesmente; recuse-se a tocá-los, e verá que o caminho é suave, e você será transportada como em asas de águia."
Ele tocou-a, e paz e gozo perpassaram o seu ser. Lançando de si o fardo, ela estava para atirar-se aos pés dEle em feliz agradecimento, quando de repente acordara, vendo que todas as suas preocupações tinham-se acabado. Daquele dia até ao fim da sua vida ela foi a pessoa mais animada e feliz daquela casa.
O repouso inclui vitória: "E o Senhor lhes deu repouso em redor;...todos os seus inimigos o Senhor deu na sua mão." (Js 21.44.)
Um destacado obreiro cristão contava que sua mãe era uma crente muito cheia de ansiedades. Ele conversava prolongadamente com ela, procurando convencê-la do pecado de inquietar-se. Mas sem resultado. Ela era como aquela velhinha que dizia sempre ter sofrido muito principalmente por causa de dificuldades que nunca se tornaram realidade.
Mas certa manhã aquela mãe desceu para o café toda sorridente. O filho perguntou-lhe o que havia acontecido e ela respondeu que tinha tido um sonho. Havia sonhado que ia andando por uma estrada, junto com uma multidão que parecia muito cansada e sobrecarregada.
Quase todas as pessoas estavam carregando uns pequenos embrulhos pretos; e ela notou que numerosos seres repulsivos, que ela julgou serem espíritos do mal, é que jogavam ao chão esses pacotes, para as pessoas pegarem e carregarem. Como os demais, ela também estava carregando alguns daqueles pacotes desnecessários, e andava curvada ao peso dos fardos do diabo.
Olhando para cima, depois de algum tempo, ela viu um Homem com o rosto luminoso e cheio de amor, que passava por entre a multidão e confortava as pessoas. Finalmente Ele chegou perto dela, e ela viu que era o seu Salvador. Levantou para Ele os olhos e contou-Lhe como estava cansada. Ele sorriu tristemente e disse:
"Minha filha, eu não lhe dei esses fardos; você não precisa carregá-los. São fardos do inimigo, e estão desgastando a sua vida. Largue-os, simplesmente; recuse-se a tocá-los, e verá que o caminho é suave, e você será transportada como em asas de águia."
Ele tocou-a, e paz e gozo perpassaram o seu ser. Lançando de si o fardo, ela estava para atirar-se aos pés dEle em feliz agradecimento, quando de repente acordara, vendo que todas as suas preocupações tinham-se acabado. Daquele dia até ao fim da sua vida ela foi a pessoa mais animada e feliz daquela casa.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O que é suficiente?
Procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz o Senhor; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores. (Jr. 45.5.)
Eis uma promessa dada para lugares difíceis, uma promessa de segurança e vida no meio de fortíssima pressão: uma vida "como despojo". Isto pode bem ajustar-se aos nossos tempos, que estão ficando cada vez mais difíceis à medida que nos aproximamos do fim da era, e da hora da Tribulação.
Que significa a "vida como despojo"? Significa uma vida arrancada das garras do destruidor, como Davi arrebatou do leão o cordeirinho. Significa, não o sermos retirados do ruído da batalha e da presença dos inimigos; significa, sim, uma mesa no meio dos inimigos, um abrigo no temporal, uma fortaleza entre os adversários, uma vida preservada no meio de contínua pressão: a preservação de Paulo quando agravado
além das forças, ao ponto de perder esperança até da vida; o socorro divino a Paulo —quando o espinho na carne permaneceu, mas o poder de Cristo repousou sobre ele e a graça de Cristo lhe foi suficiente.
Senhor, dá-me a minha vida por despojo, e hoje, nos lugares mais difíceis, leva-me em vitória.
— Days of Heaven upon Earth
Muitas vezes oramos para sermos livres de calamidades; e até
cremos que o seremos. Mas não oramos para sermos feitos o que devemos ser na própria presença das calamidades; viver no meio delas,
enquanto durarem, na consciência de que estamos seguros e abrigados
pelo Senhor; e de que poderemos, assim, permanecer no meio delas
enquanto continuarem, sem que nos façam mal.
Por quarenta dias e quarenta noites o Salvador foi guardado ante
a presença de Satanás no deserto, e isso, sob circunstâncias de grande
provação, uma vez que Sua natureza humana estava enfraquecida pela
falta de alimento e descanso. A fornalha estava aquecida sete vezes mais
do que o comum, mas os três hebreus foram guardados no meio das chamas, tão calmos e bem postos como quando na presença do próprio
rei antes que lhes viesse a libertação.
A longa noite de Daniel foi assentar-se ele entre os leões. E
quando foi retirado da cova, "nenhum dano se achou nele, porque crera
no seu Deus". Eles habitaram ante a face do inimigo, porque habitavam
na presença de Deus.
Eis uma promessa dada para lugares difíceis, uma promessa de segurança e vida no meio de fortíssima pressão: uma vida "como despojo". Isto pode bem ajustar-se aos nossos tempos, que estão ficando cada vez mais difíceis à medida que nos aproximamos do fim da era, e da hora da Tribulação.
Que significa a "vida como despojo"? Significa uma vida arrancada das garras do destruidor, como Davi arrebatou do leão o cordeirinho. Significa, não o sermos retirados do ruído da batalha e da presença dos inimigos; significa, sim, uma mesa no meio dos inimigos, um abrigo no temporal, uma fortaleza entre os adversários, uma vida preservada no meio de contínua pressão: a preservação de Paulo quando agravado
além das forças, ao ponto de perder esperança até da vida; o socorro divino a Paulo —quando o espinho na carne permaneceu, mas o poder de Cristo repousou sobre ele e a graça de Cristo lhe foi suficiente.
Senhor, dá-me a minha vida por despojo, e hoje, nos lugares mais difíceis, leva-me em vitória.
— Days of Heaven upon Earth
Muitas vezes oramos para sermos livres de calamidades; e até
cremos que o seremos. Mas não oramos para sermos feitos o que devemos ser na própria presença das calamidades; viver no meio delas,
enquanto durarem, na consciência de que estamos seguros e abrigados
pelo Senhor; e de que poderemos, assim, permanecer no meio delas
enquanto continuarem, sem que nos façam mal.
Por quarenta dias e quarenta noites o Salvador foi guardado ante
a presença de Satanás no deserto, e isso, sob circunstâncias de grande
provação, uma vez que Sua natureza humana estava enfraquecida pela
falta de alimento e descanso. A fornalha estava aquecida sete vezes mais
do que o comum, mas os três hebreus foram guardados no meio das chamas, tão calmos e bem postos como quando na presença do próprio
rei antes que lhes viesse a libertação.
A longa noite de Daniel foi assentar-se ele entre os leões. E
quando foi retirado da cova, "nenhum dano se achou nele, porque crera
no seu Deus". Eles habitaram ante a face do inimigo, porque habitavam
na presença de Deus.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Deus que sara as feridas
Mas depois... (Hb 12.11.)
Conta uma lenda que um barão alemão mandou estender uns fios, de torre a torre do seu castelo, a fim de que os ventos fizessem deles uma harpa eólica. Mansas brisas volteavam e volteavam o castelo, mas nenhum som musical se ouvia.
Certa noite, porém, veio um grande temporal e o monte e o castelo foram vergastados pela fúria dos ventos. O barão foi espiar da janela o terror da tempestade, e percebeu que a harpa eólica estava enchendo o ar com notas que ressoavam ainda mais alto que o clamor do temporal. Foi necessário uma tempestade para produzir a música.
E não temos nós conhecido vidas que nunca ofereceram música no dia da prosperidade mas que, açoitadas pelo temporal, deixaram pasmos os amigos, pelo vigor e poder da música desprendida?
Lendo a Escritura, vejo que em Mara
Houve amargura, dupla amargura:
Uma das águas,
Outra, que lá se fez bem clara
-Que estava dentro dos corações
E que saiu nas murmurações...
Porém a cura foi uma só:
Foi o madeiro, que, ali lançado
Trouxe doçura: sarando as águas,
Curando as mágoas.
E o povo então passou a ver
E a conhecer O DEUS QUE SARA!
Mas foi preciso chegar a Mara!...
Maras em volta...
Que mostram Maras dentro de mim. .. Bendito Lenho que traz doçura! À
Cruz eu venho. Toda amargura Derramo ali. Ele a conhece,
- Tanto a de fora como a de dentro! - Levou-a toda Já sobre Si.
E vindo assim,
Experimento que JESUS sara! ...Mas foi preciso passar por Mara... (Êx
15.23-26)
Você pode contar com Deus para tornar o "depois" mil vezes mais rico que o "antes", se conhecida na dificuldade a verdadeira vitória. "Toda correção... não parece ser de gozo ... mas depois..." Que colheita!
Conta uma lenda que um barão alemão mandou estender uns fios, de torre a torre do seu castelo, a fim de que os ventos fizessem deles uma harpa eólica. Mansas brisas volteavam e volteavam o castelo, mas nenhum som musical se ouvia.
Certa noite, porém, veio um grande temporal e o monte e o castelo foram vergastados pela fúria dos ventos. O barão foi espiar da janela o terror da tempestade, e percebeu que a harpa eólica estava enchendo o ar com notas que ressoavam ainda mais alto que o clamor do temporal. Foi necessário uma tempestade para produzir a música.
E não temos nós conhecido vidas que nunca ofereceram música no dia da prosperidade mas que, açoitadas pelo temporal, deixaram pasmos os amigos, pelo vigor e poder da música desprendida?
Lendo a Escritura, vejo que em Mara
Houve amargura, dupla amargura:
Uma das águas,
Outra, que lá se fez bem clara
-Que estava dentro dos corações
E que saiu nas murmurações...
Porém a cura foi uma só:
Foi o madeiro, que, ali lançado
Trouxe doçura: sarando as águas,
Curando as mágoas.
E o povo então passou a ver
E a conhecer O DEUS QUE SARA!
Mas foi preciso chegar a Mara!...
Maras em volta...
Que mostram Maras dentro de mim. .. Bendito Lenho que traz doçura! À
Cruz eu venho. Toda amargura Derramo ali. Ele a conhece,
- Tanto a de fora como a de dentro! - Levou-a toda Já sobre Si.
E vindo assim,
Experimento que JESUS sara! ...Mas foi preciso passar por Mara... (Êx
15.23-26)
Você pode contar com Deus para tornar o "depois" mil vezes mais rico que o "antes", se conhecida na dificuldade a verdadeira vitória. "Toda correção... não parece ser de gozo ... mas depois..." Que colheita!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Há de morrer para se ter a vida eterna
Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. (Jo 12.24.)
Vá ao antigo Campo Santo de Northampton, Massachussets, e visite o túmulo de David Brainerd; a seu lado está o de Jerusha Edwards, que ele amou mas não chegou a desposar.
Quantas esperanças e expectações pela causa de Cristo desceram para o túmulo com a forma desgastada do jovem missionário. E nada ficava, senão a lembrança querida e um punhado de índios convertidos!
Mas o valoroso santo puritano, Jonathan Edwards, pai de Jerusha, que havia esperado ter o jovem como filho, juntou num pequeno livro as memórias de Brainerd. E o livro criou asas e voou além dos mares, e iluminou a mesa de estudos de um estudante de Cambridge: Henry Martin.
Pobre Martin! Por que haveria ele de jogar a vida assim, com todo o seu estudo, talento e oportunidades? O que havia ele realizado, quando regressava das costas de coral da Índia? Quando, com a saúde arruinada, só conseguiu arrastar-se até o sombrio caravançará nas proximidades do mar Negro, em Tocat — onde rastejava sob os arreios empilhados, para de encontro à terra refrescar-se da febre escaldante — e ali morrer só?
Para que esse desperdício?... Da sepultura de Brainerd que morreu tão jovem e do túmulo isolado de Martin, brotou o nobre exército dos missionários de hoje.
— Lord Wooley Bacon
Vá ao antigo Campo Santo de Northampton, Massachussets, e visite o túmulo de David Brainerd; a seu lado está o de Jerusha Edwards, que ele amou mas não chegou a desposar.
Quantas esperanças e expectações pela causa de Cristo desceram para o túmulo com a forma desgastada do jovem missionário. E nada ficava, senão a lembrança querida e um punhado de índios convertidos!
Mas o valoroso santo puritano, Jonathan Edwards, pai de Jerusha, que havia esperado ter o jovem como filho, juntou num pequeno livro as memórias de Brainerd. E o livro criou asas e voou além dos mares, e iluminou a mesa de estudos de um estudante de Cambridge: Henry Martin.
Pobre Martin! Por que haveria ele de jogar a vida assim, com todo o seu estudo, talento e oportunidades? O que havia ele realizado, quando regressava das costas de coral da Índia? Quando, com a saúde arruinada, só conseguiu arrastar-se até o sombrio caravançará nas proximidades do mar Negro, em Tocat — onde rastejava sob os arreios empilhados, para de encontro à terra refrescar-se da febre escaldante — e ali morrer só?
Para que esse desperdício?... Da sepultura de Brainerd que morreu tão jovem e do túmulo isolado de Martin, brotou o nobre exército dos missionários de hoje.
— Lord Wooley Bacon
Provações de Fé
Eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele. (Gn 18.19.)
Deus quer pessoas de quem Ele possa depender. Ele pôde dizer de Abraão: "Eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos... para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado."
De Deus se pode depender; Ele quer que nós sejamos, à Sua semelhança, firmes, apoiáveis e estáveis. E é isto que é fé.
Deus está procurando homens em quem Ele possa pôr o peso de todo o Seu amor, Seu poder e Suas fiéis promessas. As máquinas de Deus são bastante fortes para arrastar qualquer peso que prendamos a elas. Infelizmente o cabo que ligamos à máquina muitas vezes é fraco demais para segurar o peso da nossa oração. Por isso, Deus está-nos
exercitando e disciplinando para ficarmos estáveis e seguros na vida de fé. Que aprendamos as lições e sejamos firmes.
— A. B. Simpson
Deus sabe que você poderá suportar essa provação, senão Ele não a teria enviado. É a confiança dEle em você que explica as tribulações da vida, por mais amargas que sejam. Deus conhece as nossas forças, e mede-as até ao último centímetro. Nunca foi dada a ninguémuma provação maior do que as suas forças, por meio de Deus, pudessem suportar.
Deus quer pessoas de quem Ele possa depender. Ele pôde dizer de Abraão: "Eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos... para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado."
De Deus se pode depender; Ele quer que nós sejamos, à Sua semelhança, firmes, apoiáveis e estáveis. E é isto que é fé.
Deus está procurando homens em quem Ele possa pôr o peso de todo o Seu amor, Seu poder e Suas fiéis promessas. As máquinas de Deus são bastante fortes para arrastar qualquer peso que prendamos a elas. Infelizmente o cabo que ligamos à máquina muitas vezes é fraco demais para segurar o peso da nossa oração. Por isso, Deus está-nos
exercitando e disciplinando para ficarmos estáveis e seguros na vida de fé. Que aprendamos as lições e sejamos firmes.
— A. B. Simpson
Deus sabe que você poderá suportar essa provação, senão Ele não a teria enviado. É a confiança dEle em você que explica as tribulações da vida, por mais amargas que sejam. Deus conhece as nossas forças, e mede-as até ao último centímetro. Nunca foi dada a ninguémuma provação maior do que as suas forças, por meio de Deus, pudessem suportar.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
A solução ideal...

Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro... e não amaram as suas vidas até à morte. (Ap 12.11.)
Quando Tiago e João vieram a Cristo com sua mãe, pedindo-Lhe para lhes dar o melhor lugar do reino, Ele não lhes recusou o pedido, mas disse que seriam atendidos, se pudessem fazer a Sua obra, beber o Seu cálice e ser batizado com o Seu batismo.
Queremos nós a competição? As coisas melhores estão sempre cercadas pelas mais difíceis, e nós também encontraremos pela frente montanhas, florestas e carros de ferro. O sofrimento é o preço da coroação. Arcos de triunfo não são entretecidos com rosas e cordões de seda, mas com golpes rijos e cicatrizes sangrentas. As próprias dificuldades que você está enfrentando na vida hoje são lhe dadas pelo Mestre com o propósito explícito de capacitá-lo a ganhar a sua coroa.
Não fique esperando uma situação ideal, por alguma dificuldade romântica, por alguma emergência distante. Levante-se para enfrentar as condições que a providência de Deus colocou à sua volta hoje. A sua coroa de glória está engastada no centro dessas coisas; dessas dificuldades e provas que o estão apertando neste momento, nesta semana, neste mês da sua vida. As coisas mais difíceis não são as que o mundo vê. Lá no fundo da sua alma, invisível a todos, menos a Jesus, há uma certa provação que você não se atreveria a mencionar, e que paravocê é mais difícil de suportar do que o martírio.
Ali, amado, está a sua coroa. Deus o ajude a vencer e a usá-la um dia.
— Selecionado
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Ainda bem que eu vou morar no Céu...

Estes eram oleiros ... moravam ali com o rei para o servirem. (1 Cr 4.23.)
Em qualquer lugar e em qualquer circunstância nós podemos morar com o rei para o servir. Pode ser que o lugar seja desfavorável e não pareça condizer com moradas de rei; pode ser mesmo uma vida no campo, com muito pouco à nossa volta que se pareça com "as saídas" do Rei; talvez o nosso lugar seja entre cercas, com obstáculos de todos os lados; e pode ser, além do mais, que as nossas mãos estejam cheias dos potes e vasos de nossos afazeres diários.
Não importa! O Rei que nos colocou "a/f virá e morará conosco; se há cercas, está bem, pois senão Ele as tiraria. E talvez o que nos parece obstáculo seja para a nossa própria proteção. E quanto aos potes e vasos, bem, isso é exatamente o que Ele achou por bem colocar em nossas mãos, e portanto é, para o momento, o "Seu serviço". — Frances
Ridley Havergal
O belo pôr-de-sol e o céu estrelado, a soberba montanha e o mar azul, bosque fragrante e as flores coloridas não têm a beleza da alma queestá servindo por amor ao Senhor Jesus, no vaivém comum de uma vida sem poesia.
— Faber
Há vidas muito santas em pessoas que nunca se distinguiram como autores nem deixaram alguma obra distinta que as faça lembradas no mundo, mas que viveram como anjos, tendo produzido suas flores suaves, escondidas como o lírio no vale isolado à beira da límpida corrente.
— Keneth Digby
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Ceifa

Seja ele como a chuva que desce sobre a campina ceifada. (Sl 72.6.)
Amós fala das ceifas do rei. O nosso Rei tem muitas segadeiras, e está continuamente aparando os Seus gramados. Quando se ouve o tinido da pedra de amolar sobre a lâmina da segadeira, já se sabe que milhares de folhas verdes de grama e centenas de florinhas vão ser cortadas. Tão bonitas que estavam pela manhã, mas dentro de uma ou
duas horas estarão empilhadas em longas fileiras — murchas.
Assim, na vida humana, nós apresentamos um belo espetáculo antes que venha a segadeira da dor, a tosquia do desapontamento, a foice da morte.
Não há método de se obter um gramado aveludado, senão através de repetidas aparas; e não há maneira de se desenvolver um espírito tenro, equilibrado e compassivo senão através das aparas de Deus. Quantas vezes a Palavra compara o homem à erva, e a sua glória à flor da erva! Mas quando a erva é ceifada e seus tenros brotos estão
sangrando, e onde havia flores há desolação, temos a melhor hora para caírem as chuvas suaves e mornas.
Ó alma, você foi tosada! O Rei vem a você com Sua afiada segadeira! Não tema a segadeira — depois dela virá a chuva de bênçãos.
— F. B. Meyer
A fé de Abraão
Abraão, esperando contra a esperança, creu. (Rm 4.18.)
A fé de Abraão parecia estar em inteira correspondência com o poder e a fidelidade de Jeová. Nas circunstâncias em que se encontrava, já velho, ele não tinha em seu próprio corpo o necessário para que esperasse o cumprimento da promessa. No entanto, creu na Palavra do Senhor e ergueu o olhar para o tempo em que sua descendência seria como as estrelas do céu em multidão.
Ó minha alma, você não tem só uma promessa, como Abraão, mas mil promessas, e muitos exemplos de crentes fiéis: cabe a você, portanto, apoiar-se confiantemente na Palavra de Deus. E embora Ele tarde e o mal pareça crescer mais e mais, não se enfraqueça, antes fortaleça e se alegre, pois que as mais gloriosas promessas de Deus são geralmente cumpridas de maneira tão extraordinária, que Ele vem salvar-nos na hora em que menos parece possível.
Comumente Ele traz Seu socorro em nossa maior necessidade, para que se possa ver que foi mesmo a Sua mão que nos livrou. E Ele escolhe este método para que não confiemos em coisa alguma que vemos ou sentimos, como somos tão inclinados a fazer, mas só e simplesmente na Sua Palavra, da qual podemos depender em qualquer situação.
— CM. Von Bogatsky
Lembre-se de que o momento para a fé entrar em ação é justamente quando acaba o que se vê. Maiores as dificuldades, mas fácil para a fé. Enquanto existem alguns recursos naturais a fé não avança tão facilmente como quando esses recursos falham.
— George Muller
A fé de Abraão parecia estar em inteira correspondência com o poder e a fidelidade de Jeová. Nas circunstâncias em que se encontrava, já velho, ele não tinha em seu próprio corpo o necessário para que esperasse o cumprimento da promessa. No entanto, creu na Palavra do Senhor e ergueu o olhar para o tempo em que sua descendência seria como as estrelas do céu em multidão.
Ó minha alma, você não tem só uma promessa, como Abraão, mas mil promessas, e muitos exemplos de crentes fiéis: cabe a você, portanto, apoiar-se confiantemente na Palavra de Deus. E embora Ele tarde e o mal pareça crescer mais e mais, não se enfraqueça, antes fortaleça e se alegre, pois que as mais gloriosas promessas de Deus são geralmente cumpridas de maneira tão extraordinária, que Ele vem salvar-nos na hora em que menos parece possível.
Comumente Ele traz Seu socorro em nossa maior necessidade, para que se possa ver que foi mesmo a Sua mão que nos livrou. E Ele escolhe este método para que não confiemos em coisa alguma que vemos ou sentimos, como somos tão inclinados a fazer, mas só e simplesmente na Sua Palavra, da qual podemos depender em qualquer situação.
— CM. Von Bogatsky
Lembre-se de que o momento para a fé entrar em ação é justamente quando acaba o que se vê. Maiores as dificuldades, mas fácil para a fé. Enquanto existem alguns recursos naturais a fé não avança tão facilmente como quando esses recursos falham.
— George Muller
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A Força da Comunhão com Deus
Os que se assentam de novo à sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal e florescerão como a vide. (Os 14.7)
O dia terminou com um pesado aguaceiro. As plantas do meu jardim foram encurvadas pela força da chuva. Uma flor de que eu gostava muito e havia admirado por sua beleza e perfume, lá estava exposta ao temporal. Sua haste encurvou-se. A flor pendeu-se. Cerrou as pétalas. Vi o fim da sua glória. E pensei: "Tenho de esperar um ano inteiro para veroutra beleza igual."
A noite passou e veio a manhã; novamente o sol; e o ar da manhã trouxe novas forças à flor. A luz olhou para ela e ela olhou para a luz. Houve contato e comunhão, e energia passou para a flor. Ela ergueu a cabeça, abriu as pétalas, retomou a sua glória e pareceu mais bela do que antes. Fico pensando como se terá passado isso — aquela coisa fraca, entrando em contato com a forte, ganhando força!
Eu não sei dizer como é que através de comunhão com Deus eu posso receber dentro de mim o poder de fazer coisas e de suportar coisas, mas sei que é um fato. Você está em perigo, através de alguma provação pesada e esmagadora? Busque essa comunhão com o Senhor, e receberá força; e será capaz de vencer. "Eu te fortaleço."
O dia terminou com um pesado aguaceiro. As plantas do meu jardim foram encurvadas pela força da chuva. Uma flor de que eu gostava muito e havia admirado por sua beleza e perfume, lá estava exposta ao temporal. Sua haste encurvou-se. A flor pendeu-se. Cerrou as pétalas. Vi o fim da sua glória. E pensei: "Tenho de esperar um ano inteiro para veroutra beleza igual."
A noite passou e veio a manhã; novamente o sol; e o ar da manhã trouxe novas forças à flor. A luz olhou para ela e ela olhou para a luz. Houve contato e comunhão, e energia passou para a flor. Ela ergueu a cabeça, abriu as pétalas, retomou a sua glória e pareceu mais bela do que antes. Fico pensando como se terá passado isso — aquela coisa fraca, entrando em contato com a forte, ganhando força!
Eu não sei dizer como é que através de comunhão com Deus eu posso receber dentro de mim o poder de fazer coisas e de suportar coisas, mas sei que é um fato. Você está em perigo, através de alguma provação pesada e esmagadora? Busque essa comunhão com o Senhor, e receberá força; e será capaz de vencer. "Eu te fortaleço."
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A santa emoção da oração

Tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar. E estando ele orando, transfigurou-se a aparência do seu rosto, e o seu vestido ficou branco e mui resplandecente... viram a sua glória. (Lc 9.28, 32.)
Se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que agora me faças saber o teu caminho. (Êx 33.13.)
Quando Jesus levou os três discípulos à parte, àquele monte, atraiu-os a uma íntima comunhão com Ele. A ninguém viram, senão somente a Jesus; e era bom estar ali. O céu não está longe dos que ficam no monte com o seu Senhor.
Quem, em momentos de meditação e oração, já não teve vislumbres do céu aberto? Quem, no lugar secreto de bendita comunhão, já não sentiu alguma onda de santa emoção — antegosto do gozo dos bem-aventurados?
O Mestre tinha ocasiões e lugares para uma conversa quieta com Seus discípulos; uma vez no cume do Hermom; mais freqüentemente, porém, nas encostas do monte das Oliveiras. Cada crente deve ter o seu monte das Oliveiras. A maioria de nós, principalmente os das cidades grandes, vive sob grande pressão. Desde cedinho até à hora de deitar estamos expostos ao redemoinho. No meio desse burburinho todo, quão pouca oportunidade temos para uma quieta reflexão, para a Palavra de Deus, para oração e comunhão de coração para coração com Ele!
Daniel precisou do monte das Oliveiras em seu quarto, no meio dos rugidos e da idolatria da Babilônia. Pedro o encontrou no terraço em Jope; e Martinho Lutero o encontrou no "Cenáculo" de Wittemberg, conservado ainda hoje como coisa sagrada.
O servo de Deus Dr. Joseph Parker disse certa vez: "Se não voltarmos às visões, aos vislumbres do Céu, à consciência da glória mais elevada e da vida mais plena, perderemos nossa espiritualidade; nosso altar se tornará uma simples pedra, se não tiver a bênção de visitas do Céu." Eis a necessidade do mundo de hoje: homens que vejam a face do seu Senhor.
— The Lost Art
Chegue perto dEle! Ele poderá levá-lo hoje ao cume do monte, pois se levou ali a Pedro, o impetuoso, e a Tiago e João, os filhos do trovão, que vez após outra compreenderam mal o Mestre e Sua obra, não há razão por que não possa levá-lo ali. Por isso, não se ponha a um lado, dizendo: "Aquelas visões e revelações extraordinárias do Senhor são para espíritos seletos!" Não. Elas podem ser para você.
— John Mc Neill
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Submissão à Palavra

Estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu vi visões de Deus... e ali esteve sobre ele a mão do Senhor. (Ez 1.1,3.)
Não há comentarista da Escritura que seja tão valioso como o cativeiro. Os velhos Salmos soam com nova profundidade e paixão aos nossos ouvidos, quando nos sentamos junto aos rios da Babilônia; vibram para nós com nova alegria, quando saímos do nosso cativeiro "como as correntes no sul".
O homem que passou por muitas aflições não abrirá mão facilmente do seu exemplar da Bíblia. Aos olhos dos outros o seu livro poderá parecer idêntico a outros livros, mas não para ele. Pois sobre as páginas da sua velha Bíblia marcada de lágrimas, ele escreveu, com caracteres visíveis só a seus olhos, o registro de suas experiências. E aqui e ali ele chega às colunas de Betei ou às palmeiras de Elim, que são para ele memoriais de algum capítulo crítico de sua história.
Para sermos beneficiados através do nosso cativeiro, precisamos aceitar a situação e torná-la no melhor meio possível de lucro. Ficar indignado porque uma coisa nos foi tirada ou porque fomos tirados daqui ou dali não irá melhorar nada, irá, sim, impedir-nos de melhorar o que nos resta. Se esticarmos a linha, o nó ficará ainda mais cego.
O cavalo que não se submete ao cabresto, acaba estrangulando-se na própria baia. O animal muito fogoso, que se agita sob o jugo, apenas fere o dorso.
É conhecida a diferença entre o impaciente estorninho, que bate as asas contra a gaiola, gritando, como a dizer: "Não consigo sair! Não consigo sair!", e o dócil canário, que canta na sua prisão.
Nenhuma calamidade poderá ser vista como somente um mal para nossa vida, se a levarmos diretamente a Deus em fervente oração. Pois assim como alguém que se abriga sob uma árvore pode encontrar nela inesperados frutos, assim quem se refugia sob as asas de Deus sempre encontrará n'Ele muito mais do que já tinha visto ou conhecido.
É assim que, através das nossas provas e aflições, Deus nos dá novas revelações de Si mesmo; e o vau de Jaboque nos leva a Peniel, onde, como resultado da luta ali travada, vemos a Deus "face a face" e a nossa vida é salva. Você que está em algum cativeiro, tome isto para si; e o Senhor lhe dará "cânticos na noite" e mudará "a sombra da noite em manhã".
— Wm. Taylor
Submissão à vontade do Senhor é o mais macio travesseiro.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Provações que nos levam aos Céus

Em todos os altos desnudos terão o seu pasto. (Is 49.9)
Brinquedos e jóias sem valor são facilmente obtidos, mas o que é de real valor custa caro. As alturas do poder são sempre compradas a preço de sangue. Você pode obter as mais elevadas vitórias, se tiver sangue bastante para dar por elas. Essa é a condição de conquista das santas altitudes, em toda parte. A história de verdadeiro heroísmo é sempre uma história de sangue e sacrifício. Os mais altos valores da vida e do caráter não são assoprados para o nosso caminho por ventos casuais. As grandes almas têm grandes dores.
Deus me mostrou verdades muito grandes
E eu as amei, tomei-as para mim.
Mas foi no andar diário ano após ano,
Dor após dor e lutas após lutas,
Que elas tomaram posse, então, de mim.
Quando Deus nos coloca em circunstâncias difíceis, que nos obrigam a exercitar fé, nossa capacidade de conhecer a Deus é aumentada. Assim, quando muitas dificuldades assediarem o nosso caminho, demos graças a Deus por Ele estar-Se ocupando de nós, e descansemos completamente n'Ele.
Não peço de ti, filho meu, grandes coisas,
Mas teu coração.
Pra Mim algo existe que É mais do que coisas:
É ter a ti mesmo;
E ter comunhão.
Não queiras pra ti, filho meu, grandes coisas,
Que todas têm fim.
Que sejas, meu filho, homem de uma só coisa:
Que queiras a Mim.
Orai, orai, orai, orai
Mas havia oração... (At 12.5.)
A oração é o elo que nos põe em contato com Deus. É a ponte que liga quaisquer distâncias, e nos carrega por sobre qualquer abismo de perigo ou necessidade.
Que significativo quadro da Igreja apostólica: Pedro, na prisão; os judeus, triunfantes; Herodes, supremo; a arena dos martírios esperando o raiar do dia, para beber o sangue do apóstolo. Tudo contra ela. "Mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele", de Pedro. E qual o resultado? A prisão, aberta; o apóstolo, em liberdade; os judeus, confundidos; o ímpio rei, comido de bichos — um espetáculo em substituição ao da arena, embora às ocultas; — e a palavra de Deus, propagando-se com maior vitória.
Conhecemos o poder da nossa arma espiritual? Atrevemo-nos a usá-la com a autoridade de uma fé que não só pede, mas reclama o que é seu? Deus nos batize com uma santa ousadia e divina certeza! Ele não está esperando por grandes homens, mas por homens que ousem pôr à prova a grandeza do seu Deus. Sim, Deus! Sim, a oração!
— A. B. Simpson
Na sua oração, tenha cuidado, acima de tudo, de não limitar a Deus; não só por incredulidade, mas por imaginar que já sabe o que Ele pode fazer. Espere coisas inesperadas, além de tudo o que pedimos ou pensamos.
Toda vez que interceder, fique quieto, primeiro, e adore a Deus na Sua glória. Pense no que Ele pode fazer, em como Ele tem prazer em ouvir a Cristo, e pense na sua posição em Cristo; e espere grandes coisas.
—Andrew Murray
As nossas orações são as oportunidades de Deus.
Você está em tristeza? A oração pode tornar suave a sua aflição e fazer dela um meio de fortalecimento de sua vida.
Você está alegre? A oração pode acrescentar à sua alegria alguma coisa do céu.
Está em extremo perigo ante inimigos externos ou internos? A oração pode trazer à sua mão direita um anjo, cujo toque reduziria uma mó a um pó mais fino que o trigo por ela triturado, e cujo olhar fulminaria um exército.
O que a oração fará por você? Eu respondo: tudo o que Deus pode fazer. "Pede o que queres que te dê."
— Farrar
A oração é o elo que nos põe em contato com Deus. É a ponte que liga quaisquer distâncias, e nos carrega por sobre qualquer abismo de perigo ou necessidade.
Que significativo quadro da Igreja apostólica: Pedro, na prisão; os judeus, triunfantes; Herodes, supremo; a arena dos martírios esperando o raiar do dia, para beber o sangue do apóstolo. Tudo contra ela. "Mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele", de Pedro. E qual o resultado? A prisão, aberta; o apóstolo, em liberdade; os judeus, confundidos; o ímpio rei, comido de bichos — um espetáculo em substituição ao da arena, embora às ocultas; — e a palavra de Deus, propagando-se com maior vitória.
Conhecemos o poder da nossa arma espiritual? Atrevemo-nos a usá-la com a autoridade de uma fé que não só pede, mas reclama o que é seu? Deus nos batize com uma santa ousadia e divina certeza! Ele não está esperando por grandes homens, mas por homens que ousem pôr à prova a grandeza do seu Deus. Sim, Deus! Sim, a oração!
— A. B. Simpson
Na sua oração, tenha cuidado, acima de tudo, de não limitar a Deus; não só por incredulidade, mas por imaginar que já sabe o que Ele pode fazer. Espere coisas inesperadas, além de tudo o que pedimos ou pensamos.
Toda vez que interceder, fique quieto, primeiro, e adore a Deus na Sua glória. Pense no que Ele pode fazer, em como Ele tem prazer em ouvir a Cristo, e pense na sua posição em Cristo; e espere grandes coisas.
—Andrew Murray
As nossas orações são as oportunidades de Deus.
Você está em tristeza? A oração pode tornar suave a sua aflição e fazer dela um meio de fortalecimento de sua vida.
Você está alegre? A oração pode acrescentar à sua alegria alguma coisa do céu.
Está em extremo perigo ante inimigos externos ou internos? A oração pode trazer à sua mão direita um anjo, cujo toque reduziria uma mó a um pó mais fino que o trigo por ela triturado, e cujo olhar fulminaria um exército.
O que a oração fará por você? Eu respondo: tudo o que Deus pode fazer. "Pede o que queres que te dê."
— Farrar
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A hora do Senhor

Quando a nuvem se detinha ... então os filhos de Israel ... não partiam. (Nm 9.19.)
Este era o maior teste de obediência. Era relativamente fácil levantar acampamento, quando os flocos da nuvem iam-se ajuntando devagar e erguendo-se de cima do Tabernáculo e ela passava a flutuar majestosamente diante da multidão.
A mudança de ares é sempre agradável; e havia emoções e interesses na caminhada, nos cenários e em saber como seria o próximo ponto de parada. Mas a espera... Ali, por mais mormacenta ou sem atrativos que fosse a região, por mais irritante que fosse à carne e ao sangue, por muito cansativa que fosse ao coração impaciente e por mais perigosa que fosse — não havia escolha, senão ficarem acampados.
O salmista diz: "Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor/' E o que Ele fez pelos santos do Velho Testamento, fará pelos crentes de todas as épocas.
Deus muitas vezes ainda nos deixa esperando. Face a face cominimigos ameaçadores, no meio de situações alarmantes, cercados de perigos, sob uma pedra que está para rolar. Não poderemos sair dali? Não será hora de levantar acampamento? Já não sofremos até o limite? Não podemos trocar este calor e esta claridade que dói na vista, por pastos verdes e águas tranquilas?
Não há resposta. A nuvem não se move, e precisamos ficar ali, embora seguros do maná, da água da rocha, do abrigo, da proteção. Deus nunca nos conserva num lugar sem nos assegurar da Sua presença e mandar-nos suprimentos diários.
Espere, jovem, não se apresse em mudar as coisas! Pastor, fique no seu posto! Enquanto a nuvem não se mover claramente, você não deve se mover. Espere, pois, a boa hora do seu Senhor! Ele chegará no tempo certo!
— Daily Devotional Commentary
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Purificador de prata
Assentar-se-a como derretedor e purificador de prata. (Ml 3.3.)
Nosso Pai, que procura aperfeiçoar em santidade os Seus santos, sabe quanto vale o fogo do refinador. É com os metais mais preciosos que o avaliador de metais gasta mais tempo. Ele os submete ao fogo forte porque esse fogo derrete o metal, e é só a massa derretida que solta os metais inferiores que estejam na liga; e também toma perfeitamente a nova forma no molde. O refinador experiente nunca sai de perto do cadinho, mas senta-se ao lado dele, para que porventura um grau excessivo de calor não venha a danificar o metal. Mas logo que retira da superfície a última escória e vê ali refletido o seu próprio rosto, ele apaga o fogo.
— Arthur T. Pierson
Nosso Pai, que procura aperfeiçoar em santidade os Seus santos, sabe quanto vale o fogo do refinador. É com os metais mais preciosos que o avaliador de metais gasta mais tempo. Ele os submete ao fogo forte porque esse fogo derrete o metal, e é só a massa derretida que solta os metais inferiores que estejam na liga; e também toma perfeitamente a nova forma no molde. O refinador experiente nunca sai de perto do cadinho, mas senta-se ao lado dele, para que porventura um grau excessivo de calor não venha a danificar o metal. Mas logo que retira da superfície a última escória e vê ali refletido o seu próprio rosto, ele apaga o fogo.
— Arthur T. Pierson
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
A Calma Imperturbável

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus. (Fp 4.7.)
Há o que se chama "travesseiro marinho". Bem abaixo da superfície marítima, que é agitada pelas tempestades e movida pelos ventos, há uma parte do mar que nunca se agita. Quando se draga o fundo do mar, os restos de animais e vegetais trazidos à superfície contêm evidências de não terem sofrido a mínima agitação por centenas
e milhares de anos. A paz de Deus é aquela eterna calma que, à semelhança do travesseiro marinho, é profunda demais para ser atingida por qualquer perturbação; e aquele que entra na presença de Deus torna-se participante daquela calma imperturbável. — Dr. A. T. Pierson
"Aquele que habita No esconderijo do Altíssimo À sombra do
Onipotente Descansará."
O esconderijo é para os fracos
— Os que precisam se esconder!
— É para mim! E É só querer!...
Arca da Aliança
A arca da aliança do Senhor ia adiante deles. (Nm 10.33.)
Deus nos dá impressões no coração, mas isto não quer dizer que devamos agir mediante impressões. Se a impressão for divina, Ele mesmo dará evidências suficientes para confirmá-la, para que não haja sombra de dúvida.
Como é bonita a história de Jeremias quanto à impressão que lhe veio para comprar o campo de Anatote. Mas Jeremias não seguiu a impressão, senão no dia seguinte, quando o filho de seu tio veio a ele e lhe trouxe a evidência externa, com uma proposta de venda. Então Jeremias disse: "Entendi que era a palavra do Senhor." Esperou até que Deus confirmasse a impressão com uma providência, e então agiu na plena visão dos fatos concretos, que podiam trazer convicção tanto a ele como aos outros. Deus quer que ajamos de acordo com a Sua mente. Não devemos ignorar a voz pessoal do Pastor,
mas como Paulo e seus companheiros em Troas, devemos ouvir todas as vozes que falam e "juntar" de todas as circunstâncias, como fizeram eles, a plena mente do Senhor.
— Dr. Simpson
"Aonde o dedo de Deus aponta, nessa direção a Sua mão abre o
caminho."
Não diga no seu coração o que você quer ou não quer, mas
espere em Deus até que Ele lhe revele Seu caminho. Enquanto esse
caminho estiver oculto, está claro que não há necessidade de agir, e Ele
Se responsabilizará por todas as conseqüências de conservá-lo onde
você está. — Selecionado
Deus nos dá impressões no coração, mas isto não quer dizer que devamos agir mediante impressões. Se a impressão for divina, Ele mesmo dará evidências suficientes para confirmá-la, para que não haja sombra de dúvida.
Como é bonita a história de Jeremias quanto à impressão que lhe veio para comprar o campo de Anatote. Mas Jeremias não seguiu a impressão, senão no dia seguinte, quando o filho de seu tio veio a ele e lhe trouxe a evidência externa, com uma proposta de venda. Então Jeremias disse: "Entendi que era a palavra do Senhor." Esperou até que Deus confirmasse a impressão com uma providência, e então agiu na plena visão dos fatos concretos, que podiam trazer convicção tanto a ele como aos outros. Deus quer que ajamos de acordo com a Sua mente. Não devemos ignorar a voz pessoal do Pastor,
mas como Paulo e seus companheiros em Troas, devemos ouvir todas as vozes que falam e "juntar" de todas as circunstâncias, como fizeram eles, a plena mente do Senhor.
— Dr. Simpson
"Aonde o dedo de Deus aponta, nessa direção a Sua mão abre o
caminho."
Não diga no seu coração o que você quer ou não quer, mas
espere em Deus até que Ele lhe revele Seu caminho. Enquanto esse
caminho estiver oculto, está claro que não há necessidade de agir, e Ele
Se responsabilizará por todas as conseqüências de conservá-lo onde
você está. — Selecionado
Deus é fiel

Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, ... e será afligida por quatrocentos anos. ... e depois sairão com grandes riquezas. (Gn 15.13,14.)
Demora e sofrimento são parte certa da bênção que Deus nos prometeu. Uma demora durante a vida de Abraão que parecia tornar impossível o cumprimento da promessa de Deus, foi seguida por uma demora aparentemente insuportável aos descendentes dele. Mas foi apenas uma demora: eles saíram "com grandes riquezas". A promessa foi
cumprida.
Deus vai me provar por meio de demoras; e com as demoras vem o sofrimento, mas no meio de tudo permanece a promessa de Deus: sua nova aliança comigo em Cristo e Sua inviolável promessa de toda bênção que eu necessitar — por menor que seja. A demora e o sofrimento são parte da bênção prometida. Louvemos o Seu nome por ambos, hoje; esperemos no Senhor com bom ânimo, e Ele fortalecerá o nosso coração.
— C. G. Trumbull
Orando, e clamando, e esperando
Estou; entra mês e sai mês...
Não vejo resposta ou vislumbre...
Não sei Seus porquês...
Só sei que a promessa é segura
De que Ele responde à oração!
Ó Pai, a demora me prova.
Sustenta-me a mão!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Deus te livra da prisão

Eis, porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. Então as cadeias caíram-lhes das mãos. (At 12.7.)
E perto da meia noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus... E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. (At 16.25,26.)
Esta é a maneira de Deus atuar. Na hora mais escura da noite, Seus passos se aproximaram por sobre as ondas. Quando se aproxima a hora da execução, o anjo vem à cela de Pedro. Quando a forca de Mordecai está pronta, a insônia do rei o leva a uma reação em favor da raça escolhida.
Ah, alma, pode ser que você chegue às margens do pior, antes deser libertada; mas o livramento virá! Deus pode deixá-la esperando, mas Ele não Se esquece do Seu concerto, e aparecerá para cumprir a Sua Palavra.
— F. B. Meyer
Há uma grande simplicidade na maneira como Deus executa Seus planos, contudo, dentro dessa simplicidade estão Seus recursos, que são mais do que suficientes para suprir qualquer necessidade; está a sua fidelidade inabalável para com o filho confiante; está o Seu propósito firme, do qual jamais Se esquece. Através de um companheiro de prisão e depois de um sonho, Ele tira José da prisão e o leva ao posto de primeiro ministro. E o tempo passado na prisão livra o futuro ministro de se vangloriar. É seguro confiar no método de Deus e seguir pelo Seu relógio.
— S. D. Gordon
Quando o caso é mesmo desesperador, a providência de Deus tem mil chaves para abrir mil portas para o livramento dos Seus. Sejamos fiéis e cuidemos da nossa parte, que é sofrer por Ele; ponhamos sobre Cristo a Sua parte e a deixemos lá.
— George McDonald
A dificuldade é a própria atmosfera do milagre — é o milagre em seu primeiro estágio. Para que se opere grande milagre a condição não é que o problema seja apenas difícil, mas que seja impossível. Ter a mão do filho confiante dentro da Sua, faz que seja um prazer para Deus o resolver a situação impossível.
Não estejais inquieto

Não estejais inquietos. (Fp 4.6.)
Nenhuma ansiedade deveria achar-se no crente. Grandes, muitas e várias podem ser as nossas provações, aflições ou dificuldades, contudo não deveria haver ansiedade em nós, em nenhuma dessas circunstâncias, porque temos um Pai no céu que é todo-poderoso; que ama a Seus filhos como ama a Seu Filho unigênito; e que tem verdadeiro gozo e prazer em socorrê-los e ajudá-los em todas as ocasiões e em qualquer circunstância.
Devemos atentar para a Palavra: "Não estejais inquietos por coisa alguma: antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças."
"Em tudo", não meramente quando a casa está pegando fogo, não meramente quando a querida esposa e filhos estão às portas da morte, mas nas menores coisas da vida, traga tudo a Deus. As coisas pequenas, as bem pequenas, as coisas que o mundo chama de insignificantes — tudo — vivendo o dia todo em santa comunhão com nosso Pai Celestial e com nosso precioso Senhor Jesus.
E ao acordarmos durante a noite, como por um instinto espiritual, voltemo-nos novamente a Ele, falando-Lhe e levando-Lhe, nas horas insones, os nossos pequenos assuntos — as dificuldades a respeito da família, dos negócios, da profissão. Falemos com o Senhor a respeito de qualquer coisa que nos perturbe de alguma forma.
"Pela oração e pela súplica", tomando o lugar de pedintes, com fervor e perseverança, prosseguindo e esperando, esperando em Deus. "Com ações de graças." Em todo o tempo devemos assentar um bom alicerce de ações de graças. Se tudo mais estiver ausente, isto estapresente: Ele nos salvou da perdição. E também, o fato de que Ele nos deu a Sua Palavra — o Seu Filho, Sua mais preciosa dádiva — e o Espírito Santo. Portanto, temos abundantes razões para ações de graças.
Tenhamos isto em mente!
"E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus." E isto é uma bênção tão grande, tão real, tão preciosa, que precisa ser conhecida experimentalmente, e só assim, pois excede o entendimento.
Oh, que o nosso coração se embeba destas coisas. E se habitualmente andarmos neste espírito, o resultado será que glorificaremos muito mais a Deus do que já fizemos até agora.
— George Müller — Life of Trust
Tudo é feliz estando com o Senhor

E o senhor de José o tomou, e o entregou na casa do cárcere... O Senhor, porém, estava com José... e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava. (Gn 39.20-23.)
Quando Deus nos deixa ir para a prisão por causa do Seu serviço, e vai para lá conosco, é como se a prisão fosse o lugar mais feliz do mundo para se estar. José parece ter provado isto. Ele não ficou amuado e desanimado ou rebelde porque tudo era contra ele. Não; senão o carcereiro não teria confiado nele daquela maneira. Parece que José nem chegou a ter autopiedade.
Lembremo-nos de uma coisa: se deixarmos a autopiedade se alojar em nós, será o nosso fim — até que ela seja completamente afastada de nós. José simplesmente deixou todas as coisas com Deus, em alegre confiança, e então o carcereiro deixou tudo com José. Senhor Jesus, quando as portas da prisão se fecharem sobre mim, conserva-me confiante e conserva abundante e completo o meu gozo. Prospera a Tua obra a través de mim, na prisão: mesmo ali, faze-me verdadeiramente livre.
Aprendi a amar o escuro da tristeza, porque ali vejo o brilho da Sua face.
— Mme. Guyon
terça-feira, 5 de outubro de 2010
A pedra que sustenta a fé

E sucedeu que... o ribeiro se secou. (1 Rs 17.7.)
O preparo da nossa fé será incompleto se não entendermos que há uma providência na perda, um ministério na falha e enfraquecimento das coisas, uma dádiva no vazio. As inseguranças materiais da vida contribuem para a sua firmeza espiritual. A tênue correnteza junto à qual Elias estava assentado e meditando, é uma figura da vida de cada um de nós. "E sucedeu que... o ribeiro se secou" — eis a história do nossoontem e a profecia dos nossos amanhãs.
De uma forma ou de outra, teremos que aprender a diferença entre confiar no dom e confiar no Doador. O dom pode ser bom por um tempo, mas o Doador é o Amor Eterno.
Querite representava um sério problema para Elias, até que chegou a Sarepta. Então tudo ficou claro como o dia. As palavras duras de Deus nunca são Suas últimas palavras. Os ais, as perdas e as lágrimas da vida fazem parte do interlúdio, não do fim.
Se Elias tivesse sido levado diretamente a Sarepta, teria perdido uma experiência que ajudou a fazer dele um profeta mais sábio e um homem melhor. Junto a Querite ele viveu pela fé. E quando em nossa vida se secar algum ribeiro de recursos terrenos, aprendamos que a nossa esperança e socorro estão no Deus que fez o céu e a terra.
F.B. Meyer
Enviado por Elizete Calixto
O tesouro de Jó

E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o
primeiro. (Jó 42.12.)
Jó tomou posse de sua herança através de sofrimento. Foi provado, para que sua grandeza pudesse ser comprovada. E não será também que as minhas tribulações se destinam a aprofundar o meu caráter e revestir-me das graças de que possuía tão pouco? Eu chego à minha glória através de eclipses, lágrimas e morte. Meu fruto mais rico cresce de encontro ao muro mais áspero. As aflições de Jó deixaram-no
com um conceito mais alto de Deus e mais baixo de si mesmo. "Agora",
exclamou ele, "te vêem os meus olhos."
Se através de dor e da perda sinto Deus tão perto, que me curvo diante d'Ele e oro: "Seja feita a Tua vontade", meu proveito é enorme.Deus deu a Jó vislumbres da glória futura. Naqueles dias longos e cansativos, ele penetrou dentro do véu e pôde dizer: "Eu sei que o meu Redentor vive." De fato, o último estado de Jó foi melhor do que o primeiro.
— In the Hour of Silence "A tribulação nunca nos vem sem trazer ouro em suas mãos."
A aparente adversidade se transformará por fim em vantagem, se apenas estivermos dispostos a continuar em nossa marcha e esperarmos com paciência. Vejamos as almas dos grandes vencedores: elas sempre ficavam firmes em seu trabalho, sem medo e corajosas! Há bênçãos que não poderemos obter se não aceitarmos e aguentarmos o sofrimento. Há alegrias que só nos podem vir por meio da dor. Há revelações de
verdades divinas que só podemos obter quando se apagam as luzes deste mundo. Há colheitas que só nos vêm depois que o arado fez o seu trabalho.
— Selecionado
Do sofrimento têm emergido as almas mais fortes; os caracteres mais sólidos são marcados de cicatrizes; mártires têm tido por vestes de coroação, mantos em chamas; e é através de lágrimas que muitos têm começado a ver as portas do céu.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Cristo: o fim das lamentações
.jpg)
Por que hei de andar eu lamentando...?
(Sl 42.9.)
Você pode responder a esta pergunta, meu irmão? Você pode achar alguma razão para explicar por que está tantas vezes lamentando, em vez de estar-se alegrando? Por que ceder a pensamentos sombrios?
Quem lhe disse que a noite nunca terminaria? Quem lhe disse que o inverno do seu descontentamento vai passar de geada a geada, de neve, gelo e granizo, a neve ainda mais espessa, e a tempestades de desespero? Você não sabe que depois da noite vem o dia, que depois da vazante vem a enchente, que depois do inverno vêm a primavera e o
verão? Então, nutra esperanças! Tenha sempre esperança, pois Deus não nos desampara. —
C. H. Spurgeon
Nunca falha, nunca falta meu bendito Salvador;
Nunca falha a Sua graça, nunca falta o Seu amor!
Seus preceitos e promessas infalíveis sempre são,
Mais seguros que as montanhas, para sempre durarão.
Nunca falha, nunca falta meu bendito Salvador;
Nunca falha a Sua graça, nunca falta o Seu amor.
Cristo nunca, nunca falta, nunca deixa de acudir
Ao mais pobre, ao mais humilde, que pra os braços Seus fugir.
Seus pecados perdoando, logo o toma pela mão;
Suas dores suaviza com benigna compaixão.
Cristo nunca, nunca falta, nas mais duras provações;
Quando Satanás assalta com tremendas tentações,
Procurando demover-nos, ou encher-nos de pavor,
"Basta-vos a minha graça", presto diz o Salvador.
Cristo nunca, nunca falha; plenamente satisfaz
Com o Seu amor infindo, com a Sua doce paz.
Quanto além do que eu pensava, no meu Salvador achei!
Que bondade inexcedível tem o meu glorioso Rei.
Nunca falha, nunca falta! Quantas vezes o provei
Desde que, com fé singela, tudo a Cristo eu entreguei!
Quanto mais Jesus conheço, anseio por trazer
A Seus pés o mundo inteiro, para em Seu amor viver.
Do Exército de Salvação
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O Espírito de Jesus

Defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia; mas o Espírito de Jesus não o permitiu.
(At. 16.7.)
Que estranha proibição! Aqueles homens iam para Bitínia exatamente para fazer a obra de Cristo, e a porta foi fechada diante deles pelo próprio Espírito de Cristo. Eu também já experimentei isto em certas ocasiões. Já me vi algumas vezes sendo obrigado a interromper uma carreira que me parecia útil e abençoada. Veio oposição e me forçou a voltar para trás; ou doença, e me impeliu a retirar-me para um deserto à
parte.
Foi difícil, nessas ocasiões, deixar incompleto um trabalho, que eu acreditava ser uma obra do Espírito. Mas vim a me lembrar de que o Espírito não tem somente serviços de atividade, mas também serviços de espera.
Comecei a ver que no reino de Cristo não há somente momentos de ação, mas ocasiões em que se proíbe a ação. Vim a aprender que o lugar deserto à parte é muitas vezes o lugar de maior utilidade na variada vida humana: mais rico em colheita do que as estações em que o trigo e o vinho foram abundantes. Tenho tido que agradecer ao bendito Espírito o fato de ter sido impedido de visitar muitas e estimadas Bitínias.
Assim, Espírito Santo, quero continuar a ser dirigido por Ti, ainda que venham desapontamentos em planos que me pareçam de utilidade.
Hoje a porta parece estar aberta para viver e trabalhar para Ti; amanhã, ela se fecha diante de mim exatamente quando estou para entrar por ela. Ensina-me a ver outra porta, no próprio fato de ficar parado. Ajuda-me a achar na proibição de Te servir ali, uma nova área de serviço. Inspira-me com o conhecimento de que um homem pode, às vezes, ser chamado a fazer o seu dever, não fazendo nada; a trabalhar, ficando quieto; a servir, pela espera. Se me lembrar de quanto poder há na "voz mansa e delicada", não me queixarei se às vezes essa mesma
voz, a voz do Espírito, me disser: Não, não vá. —
George Matheson
Rios de água viva
Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior manarão rios de água viva.
(Jo 7.38.)
Alguns de nós ficamos temerosos e imaginando por que o Espírito Santo não nos enche. Não será porque estamos recebendo em abundância, mas não estamos dando? Comece a dar a bênção que você tem: alargue seus planos de serviço e bênção e logo descobrirá que o Espírito Santo está indo à sua frente; e ele o presenteará com bênçãos para o serviço e confiará às suas mãos tudo o que puder, para ser dado a outros.
Há na natureza um belo fato que tem seus paralelos na esfera espiritual. Não há música tão maviosa como a de uma harpa eólica; e a harpa eólica nada mais é do que um conjunto de cordas musicais dispostas em harmonia, e que são vibradas pelos ventos. E dizem que quando isto acontece, notas quase celestiais ecoam pelos ares, como se um coro de anjos estivesse passando por ali e tangendo aquelas cordas.
Assim, é possível conservarmos o coração tão aberto ao toque do Espírito Santo, que Ele pode tocar ali o que quer, enquanto quietamente nos colocamos à sua disposição nos caminhos do seu serviço. —
Days of Heaven upon Earth
Quando os apóstolos foram cheios do Espírito Santo, não
alugaram o Cenáculo para ficar ali fazendo reuniões de santificação, mas
saíram por toda parte, pregando o evangelho. —
Will Hujf
(Jo 7.38.)
Alguns de nós ficamos temerosos e imaginando por que o Espírito Santo não nos enche. Não será porque estamos recebendo em abundância, mas não estamos dando? Comece a dar a bênção que você tem: alargue seus planos de serviço e bênção e logo descobrirá que o Espírito Santo está indo à sua frente; e ele o presenteará com bênçãos para o serviço e confiará às suas mãos tudo o que puder, para ser dado a outros.
Há na natureza um belo fato que tem seus paralelos na esfera espiritual. Não há música tão maviosa como a de uma harpa eólica; e a harpa eólica nada mais é do que um conjunto de cordas musicais dispostas em harmonia, e que são vibradas pelos ventos. E dizem que quando isto acontece, notas quase celestiais ecoam pelos ares, como se um coro de anjos estivesse passando por ali e tangendo aquelas cordas.
Assim, é possível conservarmos o coração tão aberto ao toque do Espírito Santo, que Ele pode tocar ali o que quer, enquanto quietamente nos colocamos à sua disposição nos caminhos do seu serviço. —
Days of Heaven upon Earth
Quando os apóstolos foram cheios do Espírito Santo, não
alugaram o Cenáculo para ficar ali fazendo reuniões de santificação, mas
saíram por toda parte, pregando o evangelho. —
Will Hujf
Cristo rogou por ti
Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo. Eu, porém,
roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça.
(Lc 22.31,32.)
Nossa fé é o centro do alvo a que Deus atira quando nos prova; e se alguma outra graça passa sem ser testada, com a fé isso não acontece. Não há melhor maneira de ferir a fé no seu próprio cerne, do que cravar-lhe a seta do desamparo. Isto revela logo se ela é ou não a fé dos imortais. Despoje a fé do gozo que a envolve como uma armadura, e deixe que venham contra ela os terrores do Senhor; e será fé real, a que
escapar ilesa do ataque.
A fé precisa ser provada, e o desamparo aparente é a fornalha aquecida sete vezes, na qual ela precisa ser lançada. Bem-aventurado o homem que pode suportar a provação. —
C. H. Spurgeon
Paulo disse: "Guardei a fé", mas ficou sem a cabeça! Cortaramlhe a cabeça, mas não tocaram em sua fé. Aquele grande apóstolo dos gentios se alegrava por três coisas:
havia combatido o bom combate, acabado a carreira e guardado a fé.
Que lhe importava o resto?
Paulo ganhou a corrida: ele ganhou o prêmio; e hoje tem a admiração não só da terra, mas do Céu. Por que não agimos como se valesse a pena perder tudo para ganhar a Cristo? Por que não somos leais à verdade, como ele foi? Ah, nós não temos a sua aritmética. Ele contava de maneira diferente da nossa. Nós contamos como
lucro o que ele contava como perda. É mister que tenhamos a sua fé e a guardemos,
se queremos receber a mesma coroa.
roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça.
(Lc 22.31,32.)
Nossa fé é o centro do alvo a que Deus atira quando nos prova; e se alguma outra graça passa sem ser testada, com a fé isso não acontece. Não há melhor maneira de ferir a fé no seu próprio cerne, do que cravar-lhe a seta do desamparo. Isto revela logo se ela é ou não a fé dos imortais. Despoje a fé do gozo que a envolve como uma armadura, e deixe que venham contra ela os terrores do Senhor; e será fé real, a que
escapar ilesa do ataque.
A fé precisa ser provada, e o desamparo aparente é a fornalha aquecida sete vezes, na qual ela precisa ser lançada. Bem-aventurado o homem que pode suportar a provação. —
C. H. Spurgeon
Paulo disse: "Guardei a fé", mas ficou sem a cabeça! Cortaramlhe a cabeça, mas não tocaram em sua fé. Aquele grande apóstolo dos gentios se alegrava por três coisas:
havia combatido o bom combate, acabado a carreira e guardado a fé.
Que lhe importava o resto?
Paulo ganhou a corrida: ele ganhou o prêmio; e hoje tem a admiração não só da terra, mas do Céu. Por que não agimos como se valesse a pena perder tudo para ganhar a Cristo? Por que não somos leais à verdade, como ele foi? Ah, nós não temos a sua aritmética. Ele contava de maneira diferente da nossa. Nós contamos como
lucro o que ele contava como perda. É mister que tenhamos a sua fé e a guardemos,
se queremos receber a mesma coroa.
A excelência do conhecimento de Cristo Jesus

Tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor.
(Fp 3.8.)
A época da colheita é a estação alegre das espigas maduras, da canção festiva, dos celeiros cheios. Mas vamos atentar para o sermão que o campo nos dá. Esta é a mensagem solene que ele tem para mim: "Você tem que morrer, para poder viver. Seu conforto e bem-estar não têm que ser consultados. Você tem que ser crucificado, não somente quanto aos desejos e hábitos pecaminosos, mas a muitos outros, que parecem inocentes e retos."
Se você quer vir a salvar outros, não pode salvar-se a si mesmo. Se quer dar muito fruto, precisa ser sepultado em trevas e solidão. Meu coração treme ao ouvir estas coisas. Mas se Jesus me pede isto, possa eu dizer a mim mesmo como é sublime entrar na comunhão dos Seus sofrimentos; e estarei na melhor das companhias. E possa eu ainda dizer a mim mesmo que tudo isso tem por fim tornar-me em vaso idôneo para Seu uso. O Calvário dEle floresceu e frutificou; assim será com o meu também. Abundância sairá da dor; vida, da morte. Não é essa a lei do Reino? — In the Hour of Silence
Quando o botão se abre numa flor, chamamos a isso morte? —
Selecionado
(Fp 3.8.)
A época da colheita é a estação alegre das espigas maduras, da canção festiva, dos celeiros cheios. Mas vamos atentar para o sermão que o campo nos dá. Esta é a mensagem solene que ele tem para mim: "Você tem que morrer, para poder viver. Seu conforto e bem-estar não têm que ser consultados. Você tem que ser crucificado, não somente quanto aos desejos e hábitos pecaminosos, mas a muitos outros, que parecem inocentes e retos."
Se você quer vir a salvar outros, não pode salvar-se a si mesmo. Se quer dar muito fruto, precisa ser sepultado em trevas e solidão. Meu coração treme ao ouvir estas coisas. Mas se Jesus me pede isto, possa eu dizer a mim mesmo como é sublime entrar na comunhão dos Seus sofrimentos; e estarei na melhor das companhias. E possa eu ainda dizer a mim mesmo que tudo isso tem por fim tornar-me em vaso idôneo para Seu uso. O Calvário dEle floresceu e frutificou; assim será com o meu também. Abundância sairá da dor; vida, da morte. Não é essa a lei do Reino? — In the Hour of Silence
Quando o botão se abre numa flor, chamamos a isso morte? —
Selecionado
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Verás a glória de Deus

Não te disse eu que se creres verás a glória de Deus?
(Jo 11.40.)
Maria e Marta não podiam entender o que o seu Senhor estava fazendo. Ambas lhe disseram: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido." Parece que atrás de tudo isto podemos ler os seus pensamentos: "Senhor, nós não entendemos por que demoraste tanto para vir. Não entendemos como deixaste morrer aquele a quem amavas. Não entendemos como pudeste deixar que a dor e o sofrimento rasgassem nossa vida, quando a Tua presença poderia ter impedido tudo isto. Por que não vieste antes? Agora é tarde, pois ele já está morto há quatro dias!"
E para tudo isto o Senhor Jesus tinha apenas uma grande resposta: "Vocês podem não entender, mas eu não lhes disse que se crerem, verão?"
Abraão não podia entender por que Deus lhe pedia o sacrifício do filho, mas confiou. E viu a glória de Deus na restituição dele ao seu amor.
Moisés não conseguia entender por que Deus o retinha em Midiã aqueles quarenta anos, mas confiou, e viu, quando Deus o chamou para tirar a Israel da servidão.
José não podia entender a crueldade de seus irmãos, o falso testemunho de uma mulher pérfida e os longos anos de uma reclusão injusta; mas confiou, e por fim viu a glória de Deus em tudo o que se passou.
Jacó não podia entender a estranha providência que permitiu que José fosse arrancado ao seu amor de pai, mas viu a glória de Deus quando contemplou o rosto daquele filho como governador à mão de um grande rei e como o preservador de sua própria vida e da de uma grande nação.
E talvez seja assim na sua vida. Você diz: "Eu não entendo porque Deus deixou este meu ente querido ser levado. Eu não entendo por que Ele permitiu que a aflição me açoitasse. Não entendo estes caminhos tortuosos pelos quais o Senhor está-me guiando. Não entendo por que foram desmantelados os planos que eu achava tão bons. Não entendo por que as bênçãos de que eu preciso tanto estão demorando tanto para vir.
Amigo, você não tem que entender todos os caminhos de Deus, todas as maneiras como Ele dirige a sua vida. Deus não espera que você entenda tudo. Você não espera que o seu filhinho entenda tudo: quer apenas que confie em você. Um dia, verá a glória de Deus nas coisas que não entende. —
M.H.McC.
--
Enviado por: Elisete Pereira Calixto
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Veja Deus em tudo

É o Senhor; faça o que bem lhe aprouver.
(1 Sm 3.18.)
"Veja Deus em tudo, e Deus porá calma e colorido em tudo o que
você vê!"
Pode ser que as circunstâncias da nossa dor não sejam removidas, que a sua condição permaneça inalterada, mas se Cristo, como Senhor e Mestre de nossa vida, for trazido para a nossa dor e sombra, Ele nos cingirá de alegres cantos de livramento. Vê-lO — e ter a certeza de que a Sua sabedoria não pode errar, Seu poder não falha, Seu amor
não muda, saber que mesmo os Seus tratamentos mais severos e dolorosos para conosco visam ao nosso mais profundo proveito espiritual — é ser capaz de dizer, no meio do luto, do sofrimento, da dor, da perda: "O Senhor o deu, e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor."
Nada, senão ver a Deus em tudo pode tornar-nos pacientes com os que nos molestam e atribulam. Eles serão para nós, então, apenas instrumentos para a realização dos propósitos sábios e amorosos de Deus para conosco, e nos encontraremos por fim dando graças por eles no íntimo, pela bênção que trouxeram à nossa vida. Nenhuma outra coisa porá um ponto final tão decisivo em nossas murmurações e pensamentos
de rebelião.
H. W. Smith
--
Enviado por: Elisete Pereira Calixto
"Deus quer sempre o seu melhor."
O Senhor tem o seu caminho

O Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade.
(Na 1.3.)
Quando rapazinho, eu estudava em um instituto nas vizinhanças do Mt. Pleasant. Certa vez, sentei-me numa elevação da montanha, observando uma tempestade que vinha subindo o vale. O céu estava carregado, e a terra estremecia com a força dos trovões. Parecia que a paisagem, antes tão linda, tinha-se mudado dali e a sua beleza havia desaparecido para sempre.
Mas a tempestade seguiu seu curso e deixou o vale. Se eu tivesse voltado àquele mesmo lugar no dia seguinte, e tivesse perguntado: "Onde está aquela horrível tempestade com todo o seu negrume?", a relva teria respondido: "Parte dela está em mim"; e a flor do campo: "Parte dela está em mim", e os frutos e tudo o que cresce do solo teriam dito: "Parte da tempestade está ardente em nós."
Você pediu para ser semelhante ao seu Senhor? Você tem desejado o fruto do Espírito em sua vida, e tem orado pedindo brandura, bondade e amor? Então não tema o tormentoso temporal que está varrendo a sua vida neste momento. Há uma bênção nessa tempestade; e haverá rica frutificação no "após".
Henry Ward Beecher
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O "eixo do mal" em terras brasileiras

Pelas mais variadas razões, diferentes amigos e, quem sabe, alguns inimigos, me mandaram um vídeo do pastor Paschoal Piragine, com o sugestivo aviso: “Corremos perigo. Repassem, por favor, antes que seja tarde demais”. Levei um susto e, imagino, essa era exatamente a ideia. Tema: a iniquidade e em quem (não) votar nas próximas eleições. O perigo da “institucionalização da iniquidade” que se avizinha: 3 de outubro.
Considerando o assunto — campanha política —, nada de novo. As eleições são pródigas em vídeos, CDs e gravações, digamos, apócrifos, sobre demônios, comunistas, entre outros tipos de anticristos que, não muito tempo depois do pleito, passam a frequentar os mesmos salões dos religiosos.
O medo e a desconfiança também fazem parte do jogo político. Nem sempre um jogo limpo. Mas a luta pela não institucionalização da iniquidade não é nova. Vou poupar o leitor e vou direto ao ponto. Talvez, tal institucionalização seja fruto do constantinismo, tantas vezes chamado ingenuamente de “bênção de Deus” por nós evangélicos: telhas, praças da Bíblia, terrenos, dia disso, dia daquilo, entre outras sinecuras. Constantinismos daqui e dalém-mares. No governo e na igreja de hoje, no governo e na igreja de ontem.
Como alerta, para além da política eleitoral, faço coro com o pastor Piragine: “Nós não queremos a iniquidade institucionalizada no Brasil”. É bom que o cidadão e, vá lá, o eleitor cristão conheçam a história do “seu” candidato. Saibam por onde andou, com quem andou, se está a serviço de alguém — grupo, partido, empresa, ONGs, igreja, movimentos. No entanto, é preciso cuidado com a tentação — que podemos chamar de “tentação Copa do Mundo”, aquela que acontece de quatro em quatro anos — de traçar uma linha divisória entre o bem e o mal em terras brasileiras. É bom lembrar N. T. Wright sobre o assunto: “A linha que separa o bem e o mal não passa entre “nós” e “eles”, mas sim por cada indivíduo, por cada sociedade”.
E, por falar em eleições, é preciso ser prático. Não faz muitos dias, mais de 3 mil homens (policiais civis e militares) fizeram a segurança da 14ª Parada do Orgulho Gay em São Paulo, na Avenida Paulista e na Rua da Consolação. Os investimentos bateram a casa de 1 milhão de reais, por parte da Prefeitura Municipal de São Paulo. Uma semana antes do evento, o coordenador geral da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, Franco Reinaudo, não deixava dúvidas: “A parada pretende ser mais organizada e segura do que a edição de 2009. Usaremos [os recursos] para melhorar a infraestrutura para atender melhor munícipes e turistas”. Ao final da festa, que reuniu 3 milhões de pessoas, o representante do governo municipal arrematou: “Este é o nosso Natal”...
Enfim, não sem ironia, podemos respirar aliviados: a iniquidade já está “institucionalizada”. E, diga-se de passagem, em São Paulo, onde a cidade e o estado, não é de hoje, têm governos de oposição ao temido partido que tomou conta do Palácio do Planalto. Devo repetir. O alerta é válido e, de fato, “Deus não tolera a iniquidade”. Acrescento: não importa o partido. Mas ela tem data de validade; apenas não arriscaria a dizer que é 3 de outubro. De qualquer modo, parafraseando o texto bíblico, não é bom confiar em príncipes, quer do PT, do PSDB, do DEM, nem mesmo em príncipes evangélicos.
Considerando o assunto — campanha política —, nada de novo. As eleições são pródigas em vídeos, CDs e gravações, digamos, apócrifos, sobre demônios, comunistas, entre outros tipos de anticristos que, não muito tempo depois do pleito, passam a frequentar os mesmos salões dos religiosos.
O medo e a desconfiança também fazem parte do jogo político. Nem sempre um jogo limpo. Mas a luta pela não institucionalização da iniquidade não é nova. Vou poupar o leitor e vou direto ao ponto. Talvez, tal institucionalização seja fruto do constantinismo, tantas vezes chamado ingenuamente de “bênção de Deus” por nós evangélicos: telhas, praças da Bíblia, terrenos, dia disso, dia daquilo, entre outras sinecuras. Constantinismos daqui e dalém-mares. No governo e na igreja de hoje, no governo e na igreja de ontem.
Como alerta, para além da política eleitoral, faço coro com o pastor Piragine: “Nós não queremos a iniquidade institucionalizada no Brasil”. É bom que o cidadão e, vá lá, o eleitor cristão conheçam a história do “seu” candidato. Saibam por onde andou, com quem andou, se está a serviço de alguém — grupo, partido, empresa, ONGs, igreja, movimentos. No entanto, é preciso cuidado com a tentação — que podemos chamar de “tentação Copa do Mundo”, aquela que acontece de quatro em quatro anos — de traçar uma linha divisória entre o bem e o mal em terras brasileiras. É bom lembrar N. T. Wright sobre o assunto: “A linha que separa o bem e o mal não passa entre “nós” e “eles”, mas sim por cada indivíduo, por cada sociedade”.
E, por falar em eleições, é preciso ser prático. Não faz muitos dias, mais de 3 mil homens (policiais civis e militares) fizeram a segurança da 14ª Parada do Orgulho Gay em São Paulo, na Avenida Paulista e na Rua da Consolação. Os investimentos bateram a casa de 1 milhão de reais, por parte da Prefeitura Municipal de São Paulo. Uma semana antes do evento, o coordenador geral da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, Franco Reinaudo, não deixava dúvidas: “A parada pretende ser mais organizada e segura do que a edição de 2009. Usaremos [os recursos] para melhorar a infraestrutura para atender melhor munícipes e turistas”. Ao final da festa, que reuniu 3 milhões de pessoas, o representante do governo municipal arrematou: “Este é o nosso Natal”...
Enfim, não sem ironia, podemos respirar aliviados: a iniquidade já está “institucionalizada”. E, diga-se de passagem, em São Paulo, onde a cidade e o estado, não é de hoje, têm governos de oposição ao temido partido que tomou conta do Palácio do Planalto. Devo repetir. O alerta é válido e, de fato, “Deus não tolera a iniquidade”. Acrescento: não importa o partido. Mas ela tem data de validade; apenas não arriscaria a dizer que é 3 de outubro. De qualquer modo, parafraseando o texto bíblico, não é bom confiar em príncipes, quer do PT, do PSDB, do DEM, nem mesmo em príncipes evangélicos.
terça-feira, 27 de julho de 2010
27 de Julho - " Provai-me "

Provai-me nisto.
(Ml 3.10.)
(Ml 3.10.)
Creio que Deus está dizendo aqui o seguinte: meu filho, ainda existem janelas no céu, e elas ainda estão em uso. Seus ferrolhos ainda correm bem como no passado. As dobradiças não se enferrujaram.
Eu prefiro muito mais escancará-las e derramar minha graça, do que mantêlas fechadas e reter a bênção. Eu as abri para Moisés, e o mar se fendeu.
Abri-as para Josué, e o Jordão foi contido. Abri-as para Gideão e os inimigos fugiram. Eu as abrirei para você se me permitir que o faça.
Do nosso lado, o céu continua sendo o mesmo depositório rico que era no passado. As fontes e nascentes ainda jorram transbordantes. As salas do tesouro ainda estão regurgitando de dádivas. A falha, portanto, não está do meu lado. Está do seu. Eu estou esperando. Prove-me nisto. Preencha as condições que lhe cabem. Traga os dízimos.
Dê-me uma oportunidade de abençoá-lo.
Selecionado. Nunca me esquecerei de uma breve paráfrase que minha mãe fazia de Malaquias 3.10. O verso começa: Trazei todos os dízimos; e termina: Eu derramarei tanta bênção que haverá problema de espaço para conter. A paráfrase, então, era: "DÉ a Deus tudo o que Ele pede, e receba dEle tudo o que Ele promete."
A capacidade dos depósitos de Deus é bem maior que o montante das nossas orações, até mesmo das nossas orações mais ousadas!
Tenho pensado em algumas das petições que apresento em minhas súplicas. O que tenho pedido? Tenho pedido uma caneca apenas; e sobra o oceano inteiro! Tenho pedido apenas um raio de sol, e o sol lá está! A minha petição mais completa fica muitíssimo aquém da capacidade de dar de meu Pai: ela é bem mais ampla do que o que somos capazes de pedir.
Abri-as para Josué, e o Jordão foi contido. Abri-as para Gideão e os inimigos fugiram. Eu as abrirei para você se me permitir que o faça.
Do nosso lado, o céu continua sendo o mesmo depositório rico que era no passado. As fontes e nascentes ainda jorram transbordantes. As salas do tesouro ainda estão regurgitando de dádivas. A falha, portanto, não está do meu lado. Está do seu. Eu estou esperando. Prove-me nisto. Preencha as condições que lhe cabem. Traga os dízimos.
Dê-me uma oportunidade de abençoá-lo.
Selecionado. Nunca me esquecerei de uma breve paráfrase que minha mãe fazia de Malaquias 3.10. O verso começa: Trazei todos os dízimos; e termina: Eu derramarei tanta bênção que haverá problema de espaço para conter. A paráfrase, então, era: "DÉ a Deus tudo o que Ele pede, e receba dEle tudo o que Ele promete."
A capacidade dos depósitos de Deus é bem maior que o montante das nossas orações, até mesmo das nossas orações mais ousadas!
Tenho pensado em algumas das petições que apresento em minhas súplicas. O que tenho pedido? Tenho pedido uma caneca apenas; e sobra o oceano inteiro! Tenho pedido apenas um raio de sol, e o sol lá está! A minha petição mais completa fica muitíssimo aquém da capacidade de dar de meu Pai: ela é bem mais ampla do que o que somos capazes de pedir.
Enviado por: Elisete Calixto
segunda-feira, 26 de julho de 2010
26 de Julho - " Justiça que provém da fé"
Nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé.
(Gl 5.5.)
(Gl 5.5.)
Há momentos em que tudo nos parece muito escuro — tão escuro que temos de esperar até mesmo a esperança. Esperar já não é agradável, mesmo tendo esperança. A demora em se realizar uma esperança nos faz sofrer; mas esperar a própria esperança, não ver nenhum lampejo no horizonte, e contudo recusar o desespero; nada ver ante a janela senão noite, e contudo conservá-la aberta para um impossível aparecimento de estrelas; ter um lugar vazio no coração e contudo não consentir que o ocupe uma presença inferior — nisto consiste a maior paciência do universo. É Jó na tempestade. É Abraão no caminho de Moriá. É Moisés no deserto de Midiã. É o Filho do homem no jardim do Getsêmani.
Não há paciência mais difícil que a do que fica firme, "como quem vê aquele que é invisível": é a espera pela esperança.
Tu, Senhor, fizeste bela a espera; Tu fizeste divina a paciência. Tu nos ensinaste que a vontade do Pai pode ser recebida, simplesmente porque é a Tua vontade. Tu nos revelaste que uma alma pode ver no cálice apenas tristezas, e contudo tomá-lo, sabendo que o olho do Pai vê melhor do que o seu.
Dá-me esse Teu poder divino, o poder do Getsêmani. Dá-me o poder de esperar pela própria esperança, de ficar olhando pela janela, embora não haja estrelas. Mesmo que se afaste a própria alegria que me foi dada, concede-me o poder de ficar invicto no meio da noite e dizer: "Aos olhos de meu Pai ainda deve haver razão para alegria." Alcançarei o clímax da força, quando tiver aprendido a esperar a esperança.
Esforce-se para ser um daqueles — bem poucos! — que andam na terra com a consciência vivida de que o desconhecido que os homens chamam de Céu está "ali mesmo atrás da cena visível das coisas".
Enviado por: Elisete Calixto
25 de Julho - "Arvore de Deus"

O que eu faço não o sabes agora, compreendê-lo-ás depois.
(Jo 13.7.)
(Jo 13.7.)
Nesta vida, temos apenas uma visão parcial das operações de Deus; vemos Seu plano de modo incompleto e sua execução ainda incompleta; mas tudo aparecerá em sua forma plena e bela, no grande e completo Templo da eternidade! Andemos até as colinas do Líbano durante o reinado do maior rei de Israel. Vejamos os nobres cedros, orgulho da vegetação... fadados a sucumbir ao golpe do machado! Ao vermos ... a "Árvore de Deus", como era chamada, cair com estrondo ao solo, soltamos uma exclamação de repulsa contra a brutal destruição e demolição daquele oberbo pilar da natureza.
Mas espere um momento. Sigamos o gigantesco tronco, que é rolado pelo flanco do monte, pelos trabalhadores de Hirão, e depois conduzido em jangadas pelas águas do Mediterrâneo. Por fim,
contemplemo-lo a reluzir, polido e ornado no templo de Deus. Ao vê-lo em seu estágio final — colocado no Santo dos Santos, o diadema do Grande Rei — será que você lamentará que a ''glória do Líbano" tenha sido despojada, para que este cedro pudesse figurar em tão nobre engaste?
Aquele cedro era qual majestoso ornamento no santuário da Natureza, mas a glória da última casa foi maior que a da primeira! Quantas almas não são como esses cedros! Os machados de
Deus — machados de provação — as têm despojado e desnudado. Não vemos razão para tratamento tão obscuro e misterioso, mas Deus tem em vista um objetivo nobre: colocá-las como colunas eternas na Sião celestial; fazer delas uma "coroa de glória na mão do Senhor e um diadema real" na mão do nosso Deus.
Enviado por Elisete Calixto
quinta-feira, 22 de julho de 2010
22 de Julho - " Esperança "

Por isso o Senhor espera, para ter misericórdia de vós... bemaventurados todos os que nele esperam.
(Is 30.18.)
(Is 30.18.)
Devemos considerar não só nossa espera em Deus, mas também, o que é mais maravilhoso, a espera de Deus por nós. A idéia de Deus esperando por nós dará novo impulso e inspiração à nossa espera nEle.
Ela nos dará aquela certeza de que nossa espera não pode ser em vão.
Vamos procurar neste momento, com um espírito de espera em Deus, descobrir o que isto significa. Ele tem propósitos gloriosos e inimagináveis para cada um de Seus filhos. Mas alguém pergunta: "Se Ele espera para ter misericórdia, como é que mesmo depois que eu venho e espero nEle, Ele não me dá o que peço, mas espera ainda mais e mais?"
Deus é um sábio agricultor, que "espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência". Ele só pode colher o fruto quando estiver maduro. Ele sabe quando é que estamos espiritualmente prontos para receber a bênção, de maneira que redunde em nosso proveito e em Sua glória. Essa espera, sob o sol do Seu amor, é que faz a alma amadurecer para receber a bênção.
É necessário esperar também sob a nuvem da provação, que depois se rasga em chuvas de bênçãos. Esteja certo de que, se Deus espera mais tempo do que você desejaria, é somente para tornar a bênção duplamente preciosa. Deus esperou quatro mil anos, até a plenitude dos tempos, para enviar Seu Filho. Nossos dias estão nas Suas mãos; Ele depressa fará justiça aos Seus eleitos; apressar-Se-á em nosso auxílio e não Se demorará nem uma hora a mais que o necessário.
Enviado por Elisete Calixto
21 de Julho - " Estágios "

Rogo-te que mais esta vez faça eu a prova com a lã.
(Jz 6.39.)
(Jz 6.39.)
Nossa fé se desenvolve por estágios. Numa fase da experiência cristã, só conseguimos crer se tivermos algum sinal ou uma grande manifestação de sentimentos. Como Gideão, apalpamos o nosso velo de lã e, se ele estiver molhado, nós nos dispomos a crer em Deus. Esta fé pode ser verdadeira, mas é imperfeita. Ele sempre procura algum sentimento, algum sinal, além da Palavra de Deus. Quando confiamos em Deus sem nada sentir, denotamos um bom avanço na fé. É uma coisa bendita crer sem ter nenhuma emoção.
Há um terceiro estágio da fé, que transcende a esse de Gideão e seu velo. O primeiro crê quando há emoções favoráveis; o segundo, quando não há emoções; mas a terceira forma de fé crê em Deus e na Sua Palavra, quando as circunstâncias, os sentimentos, as aparências, as pessoas e a razão indicam o contrário.
Paulo exercitou este tipo de fé em Atos 27.20, 25: "Não aparecendo, havia já alguns dias, nem sol nem estrelas, caindo sobre nós grande tempestade, dissipou-se afinal toda a esperança de salvamento."
Não obstante tudo isso, Paulo disse: "Senhores, tende bom ânimo; pois eu confio em Deus, que sucederá do modo por que me foi dito."
Que Deus nos dê fé para confiarmos plenamente na Sua Palavra, embora tudo mais dê testemunho em contrário.
Enviado por: Elisete Calixto
terça-feira, 20 de julho de 2010
20 de Julho - " Advogado junto ao Pai"

Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus como grande sumo sacerdote... conservemos firmes a nossa confissão. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.
(Hb 4.14,16.)
(Hb 4.14,16.)
Nosso grande auxílio em oração é o Senhor Jesus Cristo. Ele é o nosso Advogado junto ao Pai, o nosso Grande Sumo Sacerdote, cujo principal ministério para conosco nestes séculos tem sido intercessão e oração. É Ele que toma de nossas mãos as petições imperfeitas, acerta suas falhas, corrige seus defeitos, e depois pede ao Pai a resposta delas, por causa de Sua justiça e Seus méritos adquiridos na expiação.
Meu irmão, está desanimado em oração? Olhe para cima. O seu bendito Advogado já pediu a resposta, e ficaria entristecido e decepcionado se você desistisse do conflito exatamente no momento em que a vitória está a caminho. Ele já entrou nas recâmaras, em seu favor, e mostrou seu nome nas palmas de suas mãos; o mensageiro que vai trazer a sua bênção já está a caminho, e o Espírito só espera a sua fé, para segredar ao seu coração o eco da resposta vinda do trono:
"Esta feito."
—A. B. Simpson
Meu irmão, está desanimado em oração? Olhe para cima. O seu bendito Advogado já pediu a resposta, e ficaria entristecido e decepcionado se você desistisse do conflito exatamente no momento em que a vitória está a caminho. Ele já entrou nas recâmaras, em seu favor, e mostrou seu nome nas palmas de suas mãos; o mensageiro que vai trazer a sua bênção já está a caminho, e o Espírito só espera a sua fé, para segredar ao seu coração o eco da resposta vinda do trono:
"Esta feito."
—A. B. Simpson
A oração aceitável tem muito a ver com o Espírito Santo. (E Ele é muito negligenciado na oração!) Ele ilumina a mente para que veja as suas necessidades, abranda o coração para senti-las, desperta os desejos em direção aos suprimentos que convém, dá-nos uma visão clara do poder, da sabedoria e da graça de Deus para nos socorrer, e reaviva a nossa confiança na verdade divina, uma confiança que afasta toda vacilação. A oração é, portanto, uma coisa maravilhosa. Toda a Trindade está envolvida em toda oração.
— J. Angell James
Enviado por: Elisete Calixto
Enviado por: Elisete Calixto
19 de Julho - O Cálice

Não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?
(Jo 18.11.)
Isto era uma coisa mais difícil de se dizer ou fazer do que acalmar as ondas do mar ou ressuscitar mortos. Os profetas e apóstolos puderam operar milagres extraordinários, mas nem sempre podiam fazer a vontade de Deus e sujeitar-se a ela.
Fazer a vontade de Deus e sujeitar-se a ela ainda é a mais levada forma de fé, a mais sublime conquista cristã. Ver destruídas para sempre, as brilhantes aspirações de uma vida jovem; suportar um fardo diário sempre contrário ao temperamento, sem probabilidade de alívio; ser oprimido pela pobreza, quando se deseja apenas o bastante para o bem-estar e conforto dos entes queridos; ser agrilhoado por uma incapacidade física incurável; sofrer a perda de todos os entes queridos, até ficar só para enfrentar os choques da vida; e, numa tal escola de disciplina, ser capaz de dizer: "Não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?" — isto é fé e estatura espiritual, em seu mais elevado ponto.
Uma grande fé se mostra não tanto pela capacidade de fazer, mas de sofrer.
Para que tivéssemos um Deus que Se compadece, foi preciso um Salvador que sofresse. E só há verdadeiro sentimento de compaixão para com alguém que sofre, em um coração que também foi ferido.
Não podemos fazer bem aos outros sem que isto nos custe alguma coisa, e nossas aflições são o preço que pagamos pela capacidade de termos compaixão. Quem quiser ajudar precisa sofrer
primeiro. Quem quiser salvar precisa primeiro ter experimentado a cruz de alguma forma. E não podemos ter a alta felicidade de socorrer os outros, sem termos provado o cálice que Jesus bebeu e ter-nos submetido ao batismo com que Ele foi batizado.
Os mais consoladores salmos de Davi foram escritos debaixo da pressão do sofrimento; e se Paulo não tivesse experimentado um espinho na carne, teríamos sido privados de muito daquela compaixão que perpassa muitas de suas cartas.
As circunstâncias atuais que nos oprimem (se estivermos entregues a Cristo) são o instrumento mais adequado na mão do Pai para cinzelar-nos, preparando-nos para a eternidade. Confiemos nEle, pois.
Não empurremos o instrumento, senão nos privaremos de sua obra.
Pela escola do sofrimento graduam-se poucos doutores.
Enviado por: Elisete Calixto
(Jo 18.11.)
Isto era uma coisa mais difícil de se dizer ou fazer do que acalmar as ondas do mar ou ressuscitar mortos. Os profetas e apóstolos puderam operar milagres extraordinários, mas nem sempre podiam fazer a vontade de Deus e sujeitar-se a ela.
Fazer a vontade de Deus e sujeitar-se a ela ainda é a mais levada forma de fé, a mais sublime conquista cristã. Ver destruídas para sempre, as brilhantes aspirações de uma vida jovem; suportar um fardo diário sempre contrário ao temperamento, sem probabilidade de alívio; ser oprimido pela pobreza, quando se deseja apenas o bastante para o bem-estar e conforto dos entes queridos; ser agrilhoado por uma incapacidade física incurável; sofrer a perda de todos os entes queridos, até ficar só para enfrentar os choques da vida; e, numa tal escola de disciplina, ser capaz de dizer: "Não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?" — isto é fé e estatura espiritual, em seu mais elevado ponto.
Uma grande fé se mostra não tanto pela capacidade de fazer, mas de sofrer.
Dr. Charles Parkhurst
Para que tivéssemos um Deus que Se compadece, foi preciso um Salvador que sofresse. E só há verdadeiro sentimento de compaixão para com alguém que sofre, em um coração que também foi ferido.
Não podemos fazer bem aos outros sem que isto nos custe alguma coisa, e nossas aflições são o preço que pagamos pela capacidade de termos compaixão. Quem quiser ajudar precisa sofrer
primeiro. Quem quiser salvar precisa primeiro ter experimentado a cruz de alguma forma. E não podemos ter a alta felicidade de socorrer os outros, sem termos provado o cálice que Jesus bebeu e ter-nos submetido ao batismo com que Ele foi batizado.
Os mais consoladores salmos de Davi foram escritos debaixo da pressão do sofrimento; e se Paulo não tivesse experimentado um espinho na carne, teríamos sido privados de muito daquela compaixão que perpassa muitas de suas cartas.
As circunstâncias atuais que nos oprimem (se estivermos entregues a Cristo) são o instrumento mais adequado na mão do Pai para cinzelar-nos, preparando-nos para a eternidade. Confiemos nEle, pois.
Não empurremos o instrumento, senão nos privaremos de sua obra.
Pela escola do sofrimento graduam-se poucos doutores.
Enviado por: Elisete Calixto
sexta-feira, 16 de julho de 2010
16 de Julho - " Obediência "

Porquanto fizeste isso, e não me negaste o teu único filho,
...multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus... porquanto
obedeceste à minha voz.
(Gn 22.16-18.)
...multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus... porquanto
obedeceste à minha voz.
(Gn 22.16-18.)
E desde aquele dia até hoje os homens têm aprendido que, quando, em obediência à voz de Deus, eles Lhe entregam aquilo que lhes é mais caro, essa mesma coisa lhes é devolvida por Ele, multiplicada em mil vezes.
Abraão, atendendo ao pedido de Deus, entrega-lhe seu único filho — e com isto, como que desaparecem todas as suas esperanças com respeito à vida e desenvolvimento do rapaz e à formação de uma descendência nobre, com seu nome. Mas o filho lhe é restituído; a família torna-se numerosa como as estrelas do céu e a areia do mar, e dela, na plenitude dos tempos, procede Jesus Cristo.
Essa é a maneira como Deus recebe cada sacrifício de Seus filhos. Entregamos tudo e aceitamos pobreza; e Ele manda riqueza.
Renunciamos a um rico campo de serviço; Ele nos manda um ainda mais rico, e com o qual jamais sonhamos. Deixamos todas as nossas mais caras esperanças e morremos para o eu; Ele nos manda vida abundante e alegria.
E a coroa disso tudo é o Senhor Jesus Cristo. Pois não podemos conhecer a plenitude da vida que está em Cristo enquanto não tivermos feito o supremo sacrifício de Abraão. Ele, o pai terreno da família de Cristo, precisou começar perdendo a si mesmo e a seu próprio filho, como fez o Pai Celeste. Nós só podemos ser membros daquela família gozando de todos os privilégios e alegrias de membros dela, nas mesmas bases:
Às vezes parecemos esquecer que o que Deus toma Ele consome com fogo; e que o único caminho que leva à vida de ressurreição e ao monte da ascensão passa pelo Getsêmani, pela cruz e pelo túmulo.
Não pensemos que Abraão foi um exemplo único e um caso isolado. Ele foi simplesmente uma ilustração, um modelo da maneira como Deus lida com o homem que se dispõe a obedecer-Lhe a qualquer preço. Depois de ter suportado tudo pacientemente, ele receberá a promessa.
O momento de supremo sacrifício será de suprema bênção, de bênção transbordante. O rio de Deus, que está sempre cheio, transbordará e virá sobre ele com abundância de riqueza e graça. Deus tudo fará para o homem que dá o passo da fé, ainda que pareça um passo no vazio; pois ali, debaixo dos seus pés, ele encontrará a rocha firme.
Essa é a maneira como Deus recebe cada sacrifício de Seus filhos. Entregamos tudo e aceitamos pobreza; e Ele manda riqueza.
Renunciamos a um rico campo de serviço; Ele nos manda um ainda mais rico, e com o qual jamais sonhamos. Deixamos todas as nossas mais caras esperanças e morremos para o eu; Ele nos manda vida abundante e alegria.
E a coroa disso tudo é o Senhor Jesus Cristo. Pois não podemos conhecer a plenitude da vida que está em Cristo enquanto não tivermos feito o supremo sacrifício de Abraão. Ele, o pai terreno da família de Cristo, precisou começar perdendo a si mesmo e a seu próprio filho, como fez o Pai Celeste. Nós só podemos ser membros daquela família gozando de todos os privilégios e alegrias de membros dela, nas mesmas bases:
Às vezes parecemos esquecer que o que Deus toma Ele consome com fogo; e que o único caminho que leva à vida de ressurreição e ao monte da ascensão passa pelo Getsêmani, pela cruz e pelo túmulo.
Não pensemos que Abraão foi um exemplo único e um caso isolado. Ele foi simplesmente uma ilustração, um modelo da maneira como Deus lida com o homem que se dispõe a obedecer-Lhe a qualquer preço. Depois de ter suportado tudo pacientemente, ele receberá a promessa.
O momento de supremo sacrifício será de suprema bênção, de bênção transbordante. O rio de Deus, que está sempre cheio, transbordará e virá sobre ele com abundância de riqueza e graça. Deus tudo fará para o homem que dá o passo da fé, ainda que pareça um passo no vazio; pois ali, debaixo dos seus pés, ele encontrará a rocha firme.
Enviado por: Elisete Calixto
quinta-feira, 15 de julho de 2010
15 de Julho - " FÉ "

Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
(1 Jo 5.4.)
(1 Jo 5.4.)
Quando a tempestade
Com furor invade
Teus caminhos, teu viver,
No Senhor vai-te esconder!
Ele está presente;
NEle crê, somente.
Diz-te fielmente:
"Eu contigo estou."
Andas carregado?
Lança o teu cuidado
Sobre os ombros do Senhor;
Quer levar teu peso e dor.
Se o teu ser murmura,
Sai da noite escura,
Pois Deus te assegura:
'Eu contigo estou”'
Vês que a vida passa?
—
Vai, recorre à graça.
Se te vêm temores vãos,
Deixa tudo em Suas mãos!
Ele É a fortaleza
Onde a alma em fraqueza
Acha paz, certeza;
E conosco está.
Deus nos vivifica,
Deus nos purifica;
Temos dEle, ao pé da cruz,
Toda a graça de Jesus!
Seu amor não cessa,
Por nós Se interessa.
Temos a promessa: '
Eu contigo estou." H.E.A.
Confiar, embora parecendo estar abandonado; continuar clamando, embora a voz pareça perder-se na imensidão, sem nenhum eco; ver a máquina do mundo rodando sem pausa, como movida por si mesma e sem se importar com ninguém nem mudar em nada sua marcha, ante rogos e clamores, e contudo crer que Deus está alerta e nos ama imensamente; não desejar nada, senão o que nos vem da Sua mão; esperar pacientemente, pronto a morrer de fome, vigiando para que não falhe a fé — tal é a vitória que vence o mundo; isso é realmente fé.
Enviada por: Elisete Calixto
quarta-feira, 14 de julho de 2010
14 de Julho - "Atados"

Atai a vítima... com cordas, e levai-a até os ângulos do altar.
(Sl 118.27.)
(Sl 118.27.)
Este altar não parece convidativo? Não seria bom pedir para ser atado
a ele, para que nunca se pudesse voltar atrás na atitude de consagração? Há ocasiões em que a vida é cheia de rosas, e então vamos à cruz; mas em outras ocasiões, quando o céu é cinzento, nós nos retraímos dela.
Por isso, seria bom estarmos atados a ela. Vem atar-nos, bendito Espírito, e faze-nos cativos da cruz, e que nunca a deixemos. Ata-nos com o cordão vermelho da redenção, e com a corda dourada do amor, e com a corda prateada da esperança da Sua vinda, de modo que não nos afastemos dela nem desejemos outra sorte que a de humildes compartilhantes da dor e dos sofrimentos do Senhor! Os ângulos do altar o convidam. Você quer vir? Quer habitar sempre ali, num espírito de conformada humildade, e entregar-se totalmente ao Senhor? — Selecionado
Conta-se que um certo homem queria entregar-se a Deus num acampamento. Todas as noites, na hora do apelo, ele se consagrava; mas pouco depois, antes mesmo de sair da reunião, o inimigo vinha a ele e o convencia de que ele não se sentia diferente, e que portanto não estava consagrado.
Várias vezes ele foi vencido pelo adversário. Finalmente, uma noite, foi à reunião trazendo um machado e uma estaca. Depois de se ter apresentado em consagração a Deus, tomou a estaca e a fincou no chão, bem onde tinha estado ajoelhado. Quando se retirava da reunião, o inimigo o assaltou como de costume e procurou fazê-lo crer que nada acontecera.
Imediatamente, voltando para o lugar onde tinha fincado a estaca, disse: "Olhe, Satanás, você está vendo essa estaca? Pois isto é o testemunho de que Deus me aceitou."
Conta-se que um certo homem queria entregar-se a Deus num acampamento. Todas as noites, na hora do apelo, ele se consagrava; mas pouco depois, antes mesmo de sair da reunião, o inimigo vinha a ele e o convencia de que ele não se sentia diferente, e que portanto não estava consagrado.
Várias vezes ele foi vencido pelo adversário. Finalmente, uma noite, foi à reunião trazendo um machado e uma estaca. Depois de se ter apresentado em consagração a Deus, tomou a estaca e a fincou no chão, bem onde tinha estado ajoelhado. Quando se retirava da reunião, o inimigo o assaltou como de costume e procurou fazê-lo crer que nada acontecera.
Imediatamente, voltando para o lugar onde tinha fincado a estaca, disse: "Olhe, Satanás, você está vendo essa estaca? Pois isto é o testemunho de que Deus me aceitou."
No mesmo instante o inimigo o deixou e ele não teve mais dúvidas naquele assunto.
— The Still Small
Voice.
Amado irmão, se você está sendo tentado e tem dúvidas sobre essa mesma questão, crave uma estaca em algum lugar e sirva ela de testemunho na presença de Deus e mesmo diante do inimigo, de que o assunto está resolvido de uma vez por todas.
--
Elisete Pereira Calixto
Amado irmão, se você está sendo tentado e tem dúvidas sobre essa mesma questão, crave uma estaca em algum lugar e sirva ela de testemunho na presença de Deus e mesmo diante do inimigo, de que o assunto está resolvido de uma vez por todas.
--
Elisete Pereira Calixto
terça-feira, 13 de julho de 2010
13 de Julho - Acreditar

Deus ... Existência como chama à cousas Que existem não.
(Rm 4.17. )
Qual o Significado disso ? Abraão ousou em Deus CRER . Parecia impossível , em sua idade , que ele se tornasse pai - Parecia inacreditável . Contudo, Deus o chamou de "pai de muitas das Nações ", antes que sequer houvesse hum filho de sinal .
Então, Abraão chamou- se de "pai" PORQUE Deus o chamara assim . Isto É fé . Fé em Deus É CRER , e reafirmar o Ele Disse que. "A fé pisa vazio num aparente e encontra uma rocha
embaixo . "
Somente podemos AFIRMAR que é nossa , uma coisa que Deus já nossa declarou ser , e Ele tornará realidade tudo que cremos em . Falamos em fé de verdade: Tudo o que HÁ NÓS DEVE ser colocado nesta confiança em Deus.
embaixo . "
Somente podemos AFIRMAR que é nossa , uma coisa que Deus já nossa declarou ser , e Ele tornará realidade tudo que cremos em . Falamos em fé de verdade: Tudo o que HÁ NÓS DEVE ser colocado nesta confiança em Deus.
-Crumbs
Esteja DISPOSTO uma crendo viver, e viver não deseje nem pense de outra forma. Esteja DISPOSTO ver um cessar qualquer orientação externa , uma ver o eclipse de todas como estrelas do céu, deixando apenas escuridão e perigo - contentando - se com uma chama interior Que Deus em SUA deixa alma , uma clara e brilhante Que Lâmpada acendeu uma fé ! -
Thomas C. Upham
Chegou o Momento de descermos do Nosso Poleiro de desconfiança , sairmos e fazer Nosso Ninho de Segurança aparente e abrirmos como asas da fé ; UM Momento Como o das aves , Começar Que QUANDO dez um Voar . Pôde Parecer Que vamos AO CAIR solo - o Mesmo Parece à avezinha . Também Ela PoDE SENTIR Que vai caindo - Mas não cai : SUAS pequeninas asas uma sustem , e, se falham , o pai OU uma mãe com um amparam Seu Corpo . Da mesma forma Deus nsa susterá . Apenas confiemos Nele : seremos amparados e elevados ares nos. " Certo " Alguém Diz, , "mas então devo -me AO LANÇAR Vazio ? " Ao que Parece Que é isto o MET Pássaro Fazer uma . Sabemos NÓS Mas que o ar ESTÁ ali, e Ele Não É Tão insubstancial Parece Como. E NÓS Que Sabemos como Promessas de Deus estão aí , Elas não e
São insubstanciais . " Mas parece Tão Improvável que A Minha Alma , Tão fraca , POSSA vir a-ser guarnecida de tal Forca. "Deus Não Disse Que Sera ? " Parece Que Improvável Minha Natureza, Sujeita a Tentação e Queda , Ser POSSA Vitoriosa nd luta. "Ele Não Disse Que Sera ? "Que o Meu Coração temeroso POSSA abençoar paz . "Deus Disse Que Não encontrará ? Pois se
Ele Disse , VOCÊ Não Dizer Que PoDE ELE É mentiroso ! Será Que Ele Diz Uma Coisa e DEPOIS Não Cumpre ? SE VOCÊ receber Uma promessa - Uma definida promessa - Aceite - a e confie cegamente Nela inteiramente . E NÓS Já recebemos Uma promessa assim . E mais - temos Aquele Que fala Segurança com uma palavra: " Em verdade vos digo . " Confie Nele .
Enviado por: Elisete Calixto
segunda-feira, 12 de julho de 2010
12 de Julho - A fé cresce no meio das tempestades

Ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como
ouro.
(Jó 23.10.)
ouro.
(Jó 23.10.)
"A fé cresce no meio das tempestades" — apenas sete palavras, mas como são significativas para quem já enfrentou a tempestade!
Fé é aquela faculdade dada por Deus que, quando exercitada, faz nos ver o invisível com a maior clareza, e pela qual, as coisas impossíveis se tornam possíveis. Ela lida com o sobrenatural.
Mas ela cresce no meio das tempestades, isto é, onde há perturbações na atmosfera espiritual. As tempestades são causadas pelo conflito dos elementos; e as tormentas do mundo espiritual são conflitos com elementos hostis. É nesse ambiente que a fé encontra o seu solo mais fértil; em tal meio ela chega mais depressa ao seu pleno amadurecimento. As árvores mais fortes não são as encontradas ao abrigo das florestas, mas as de campo aberto, onde ventos de todos os lados as
açoitam, e curvam, e torcem, até que por fim atingem toda sua estatura. Esta madeira é a mais procurada para o fabrico de carrocerias e de instrumentos pesados. Portanto, quando virmos um gigante espiritual, lembremo-nos de que a estrada que devemos palmilhar para ficar ombro a ombro com ele, não é aquela alameda florida e ensolarada; mas, sim, um trilho íngreme,
estreito e rochoso, onde as rajadas do inferno quase nos derrubarão, onde pedras pontiagudas nos rasgam a carne, onde espinhos nos ferem a fronte, e onde répteis venenosos nos atacam de todos os lados.
É uma vereda de dor e alegria, de sofrimento e bálsamo, de lágrimas e sorrisos, de provas e vitórias, de conflitos e triunfos, de dificuldades, perigos, afrontas, de perseguições e mal-entendidos, de tribulações e angústia — ao longo dos quais somos feitos mais do que
vencedores por Aquele que nos amou. No meio das tempestades. Exatamente no meio, onde a fúria é maior.
Podemos ser tentados a retrair-nos ante a provação de uma tempestade de sofrimento... mas avancemos! Deus está ali para encontrar-Se conosco no centro de todas as tribulações e para revelarnos Seus segredos, que farão com que saiamos do meio delas com um rosto brilhante e uma fé invencível, que não será abalada nem por todos os demônios do inferno.
Enviado por: Elisete Calixto.
Assinar:
Postagens (Atom)